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Estado ganhará politica de atendimento do Câncer Infanto-juvenil

O Rio Grande do Sul terá uma política de atenção à oncologia pediátrica a partir da aprovação – por unanimidade (54×0) – hoje (22/7) do projeto de lei do deputado Tenente-Coronel Zucco. O principal objetivo da iniciativa é aumentar os índices de cura e a melhoria da qualidade de vida de pacientes come câncer entre zero e 19 anos.

Para Zucco, o projeto representa uma conquista de crianças e adolescentes portadores da doença e seus familiares. “Queremos agilizar o diagnóstico e o tratamento dos pacientes. A parceria do Instituto do Câncer Infantil (ICI) foi fundamental para a elaboração deste projeto, abrangente e viável. É um dia de grande significado para milhares de famílias gaúchas”, acrescenta.

Para o Superintendente do ICI, Algemir Brunetto, a aprovação representa agilidade no encaminhamento, tanto de casos suspeitos quanto com diagnóstico confirmado da doença para os centros especializados do nosso Estado. “O resultado disso, com certeza, será o aumento do índice de cura da doença. Nesse momento histórico, o ICI agradece aos deputados pela aprovação do projeto de lei”, afirma.

O projeto assegura o tratamento diferenciado, universal e integral às crianças e adolescentes portadores de câncer, através de um modelo de assistência integral da rede de atendimento de saúde. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, trata-se da primeira causa de morte por doença na faixa etária zero a 19 anos no Brasil, gerando forte impacto para milhares de famílias.

Ao contrário do que ocorre com adultos, o câncer em crianças não tem fatores de risco, como sedentarismo, tabagismo ou álcool. A detecção e o tratamento precoce aumentam significativamente a possibilidade de cura. A OMS calcula que anualmente ocorram cerca de 300 mil novos casos de câncer infantojuvenil.

Gilberto Jasper / Jornalista do Gabinete do Deputado Zucco

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Bem-estar

Menino de 12 anos doa seu cabelo para ajudar no combate ao Câncer

É um gesto raro, mas aconteceu. Murilo Moreira Mendes, é um menino de 12 anos que sempre gostou de usar o cabelo longo e,nascido no Alegrete, nunca teve problemas em exibir sua enorme cabeleira, sendo esta muitas vezes elogiado pelo cuidado e tamanho.

Em 2013, o pai de Murilo, enviou um currículo de trabalho, para uma Usina Termoelétrica no estado do Ceará, sua qualificação garantiu a vaga de trabalho e a família partiu em direção a uma nova vida distante da terra do baita chão.

Chegando lá, oque era para ser um sonho para família, terminou se tornando um pesadelo psicológico para Murilo. Por ter o cabelo grande, muitas vezes sofria Bullying, por parte de outros meninos e até mesmo adultos, questionando sua orientação sexual e fazendo piadinhas a respeito de que todo Gaúcho seria Denorex, parece mas não é.

“Moramos alguns anos no Ceará onde de fato ele sofreu discriminação e foi humilhado em sala de aula por uma professora que inclusive chegou a falar que por ele ter a franja somente que na época era grande iria levar uma “Xuxinha” de prender cabelo de menina pra ele usar na aula, a partir disso ele se recusava a deixar o cabelo um pouco grandinho” comentou Liziane Moreira, mãe de Murilo.

Devido a pressão psicológica que vinha sofrendo, Murilo decidiu então que cortaria o cabelo e manteve seu cabelo curto até 2018, quando a família retornou ao estado, decidindo no momento que colocou os pés em solo gaúcho, que deixaria novamente seu cabelo crescer. Na escola Demétrio Ribeiro tem uma boa aceitação por parte dos colegas que dizem não imaginar ele de cabelo curto.

Dois anos se passaram e o cabelo cresceu, Murilo decidiu, então, que cortaria novamente seu cabelo, não para vender, pois algumas propostas em dinheiro já teria recebido de empresas que fabricam perucas comprando cabelos, mas cortaria para ajudar em uma nobre causa ou alguém que estivesse precisando do valor arrecadado com a venda, no tratamento de saúde.

A Aapecan (Associação de apoio a pessoas com câncer) frente a fragilidade social, econômica e emocional que a doença provoca a usuários com diagnóstico de câncer e em toda a família oferece acompanhamento com assistentes sociais e psicólogos, os quais acolhem, orientam e identificam as necessidades dos que buscam apoio em suas unidades, foi a escolhida para doação do cabelo de Murilo.

Na manhã desta Terça feira (08) Murilo foi até o Salão Terapia da Beleza, localizado na Rua Vasco Alves, onde a equipe formada por Jo Cabeleireira, Amanda e o Barbeiro Marlo, realizaram o procedimento de corte, e logo após um tratamento no novo corte do garoto.

Confira este momento no vídeo abaixo:

Murilo entregou o cabelo ao Mensageiro representante da Aapecan  Fabricio Rezer.

 

 

 

 

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Bem-estar

Saúde Mental completa 31 anos de serviços a população de Alegrete

A Secretaria de Saúde de Alegrete através do Centro de Apoio Psicossocial – CAPS II estará comemorando neste 18 de julho de 2020, 31 anos da Saúde Mental de Alegrete .

O CAPSII foi o primeiro serviço de Saúde Mental criado em Alegrete, no dia 18 de julho de 1989, para atender prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida.

O serviço foi expandido e hoje forma uma rede de atendimento juntamente com o CAPS AD – Álcool e Drogas, CAPSI – Infantil, Residência Terapêutica, além dos grupos de ajuda e suporte mútuo e atende mais de 4 mil pessoas mensalmente.

Em sua Página Pessoal  a Coordenadora do serviço de saúde mental Drª Nádia Mileto postou o seguinte texto:

“Nos 31 anos da Saúde Mental de Alegrete-RS que comemoramos neste 18 de julho de 2020, nossa homenagem ao nosso grande mestre, Dr. João Witt que é fundador, junto com uma equipe pioneira onde também estava a Dra. Luísa Tahdeu Santos, que na verdade nos antecedeu com seu Ambulatório de Saúde Mental, 15 anos antes e muito contribuiu para que os quadros psiquiátricos não se agravassem…
Também aos nossos primeiros Psiquiatras Geriza e Gabriel, formados em Alegrete…Muita luz a eles nesta caminhada!🙏
O Mosquito dispensa apresentações… é patrimônio afetivo e grande condutor de nossos projetos de promoção e cuidado em saúde mental… gratidão amigo querido ”

 

Vídeo e fotos: Página Facebook /Drª Nádia Mileto

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Bem-estar

Com implantação de mediações online, Defensoria Pública registra aumento de 76% em acordos familiares

Porto Alegre (RS) – Conflitos familiares não precisam esperar a pandemia passar para serem solucionados. A Câmara de Mediação de Família da Defensoria Pública realizou, entre 29 de abril e 30 de junho deste ano, 125 sessões de mediação no formato online. Além de seguir na nova modalidade – antes da pandemia as sessões eram presenciais – a Câmara ainda registrou aumento de 76,9% no número de acordos em relação ao mesmo período do ano passado, conforme balanço. O levantamento ainda apontou que, no período, foram concluídos 92 acordos, 11 entendimentos provisórios, 17 atendimentos e orientações jurídicas e realizadas cinco constelações familiares online, a mais recente prática de mediação de conflitos oferecida pela Defensoria Pública.

“Após cada sessão de mediação, fazemos uma pesquisa de satisfação. Grande parte dos participantes relatam que adoraram o formato online por ser eficiente e economizar no transporte e no deslocamento das partes”, apontou a defensora pública coordenadora da Câmara de Mediação de Família, Patricia Pithan Pagnussat Fan.

Além da tecnologia, a confiança no trabalho da Defensoria e a mudança de cultura dos próprios assistidos são os fatores que a defensora atribui à eficácia das atividades realizadas mesmo na pandemia. “A qualidade e o efeito da mediação online têm sido os mesmos das sessões presenciais. O fato de os assistidos estarem à vontade, em casa, os tornam mais abertos a solucionar. As pessoas não querem mais esperar. Estão mais autônomas e querendo resolver a situação de forma rápida. Para isso, contam com o auxílio da Defensoria Pública na solução de conflitos de forma extrajudicial por meio da mediação. E as sessões online foram aprovadas pelos assistidos. Essa modalidade veio para ficar”, analisou Patricia.

Mediação sem fronteiras

A tecnologia também colaborou ao liberar as barreiras geográficas. Como as sessões são por videoconferência, os assistidos podem estar em qualquer lugar. Patricia relatou que houve casos em que foram feitos acordos entre um assistido que estava fora do estado do RS no momento da mediação. “A mediação online está permitindo que cheguemos no interior do Estado e em outros locais. Temos feito algumas mediações em que um dos assistidos estava no RS e o outro em um estado do norte do país. A ideia, futuramente, é ampliar o serviço online”, destacou Patricia.

Como funcionam as sessões

Durante a pré-mediação, membros da equipe da Câmara de Mediação de Família orientam os participantes em relação a conexão da internet, visando a driblar possíveis problemas técnicos, bem como sugerem a procurar um local calmo e que estejam a sós. “Tem funcionado muito bem”, disse Patricia. As sessões são conduzidas por mediadores(as) conveniados entre a Defensoria Pública e faculdades de Direito.

Como procurar o serviço

Quem deseja mediar um conflito que esteja no âmbito do Direito de Família via Defensoria Pública, como divórcio e guarda dos filhos, por exemplo, deve ligar para o telefone do Alô Defensoria (51) 3225.0777, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h, ou enviar email para [email protected]

Escute o áudio da defensora pública e coordenadora da Câmara de Mediação de Família, Patricia Pithan Pagnussat Fan.

POR NICOLE BORGES DE CARVALHO – ASCOM DPE/RS

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