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Polícia

caminhao carregado com maconha para o RS é preso em SC

Por volta de 20h15 de segunda-feira, 11 de maio, policiais rodoviários federais realizavam fiscalização de combate ao crime na BR-101, em Joinville.

Após um trabalho de inteligência, os policiais abordaram um bitrem carregado de soja que vinha do Paraná e tinha como destino o Rio Grande do Sul.

Os policiais encontraram grande quantidade de maconha escondida no meio da carga de grãos de soja. A previsão é que haja duas toneladas de maconha. O motorista foi preso em flagrante e conduzido para a Polícia Civil de Joinville.

Abaixo videos feitos durante a apreensão: 


*Com informações PRF/SC

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Polícia

Operação da PF faz pente fino na Fronteira

Deflagrada a Operação Yallah, para desarticular a associação criminosa especializada em evasão de divisas, operação de câmbio ilegal e em lavagem de capitais, estabelecida na fronteira do sul do Brasil (Chuí/RS) com o Uruguai (Chuy/UY). 
Policiais federais cumprem 11 mandados de busca e apreensão nas cidades de Santa Vitória do Palmar (3), Chuí (7) e Uruguaiana (1). Também são cumpridas ordens judiciais de bloqueio de bens, contas bancárias e de indisponibilidade de veículos.
 A investigação teve início com a notícia de movimentações financeiras suspeitas envolvendo membros da associação criminosa, que, entre 2016 e 2018, teriam movimentado mais de 230 milhões de reais entre diversas contas bancárias.

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Polícia

Ação conjunta na fronteira contra o crime organizado

Nesta quarta-feira (22), a Polícia Civil deu cumprimento a mandados de busca e apreensão da Operação Hórus, na cidade de Quaraí, que tem como objetivo desarticular organização criminosa responsável por crimes de contrabando de agrotóxicos e lavagem de dinheiro.


Na ação foram cumpridos 7 mandados de busca e apreensão que resultaram na apreensão de 11 veículos, 2 caminhões, 1 motocicleta, computadores, celulares, agrotóxicos de origem Uruguaia, armas, munições e diversos documentos, somando o prejuízo no valor de mais de trezentos mil reais entre os objetos apreendidos.
A ação contou com a participação de policiais civis das Regionais de Alegrete, Livramento e Santiago, policiais militares e peritos do Instituto Geral de Perícias.


A operação foi Coordenada pelo Delegado de Polícia Regional Valeriano Garcia Neto e ocorreu no contexto da Operação Hórus, que é um desdobramento do Programa Vigia, do Ministério da Justiça, que visa incrementar ações de segurança nas regiões fronteiriças de todo o país, notadamente com uma base operacional instalada em Uruguaiana, das quais participam a Polícia Civil, Brigada Militar e Instituto Geral de Perícias.

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Polícia

PF deflagra operação de combate a desvios de recursos da Saúde em Livramento

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Arquivo PF

A Polícia Federal deflagrou, nesta manhã (23/9), a “Operação Sem Misericórdia”, que investiga o desvio de mais de dois milhões de reais de recursos do SUS destinados à Santa Casa de Santana do Livramento.

 Policiais federais cumprem dez mandados de busca e apreensão, no município gaúcho de  Sarandi (02) e nas cidades de Vitória (01), Vila Velha (04), Afonso Cláudio (01), Venda Nova do Imigrante (01) e São Domingos do Norte (01), no Espírito Santo, além de ordens judiciais de sequestro de bens, de bloqueio de contas bancárias e medidas cautelares de natureza pessoal, expedidos pela 22ª Vara Federal de Porto Alegre.

 A investigação apura o desvio de recursos públicos a partir de contrato firmado entre a Santa Casa de Misericórdia, sob intervenção da prefeitura municipal de Santana do Livramento, e uma organização social responsável pela gestão do hospital durante o período de maio a novembro de 2019.

 No período do contrato, a organização social subcontratou duas empresas pertencentes ao mesmo grupo criminoso para a execução de atividades de assessoria e consultoria, em valor global superior a um milhão de reais, como forma de justificar o desvio de verbas realizado por diversas transferências bancárias ao longo de todo o período, bem como permitir a contabilização nas empresas de destino como se os recursos fossem lícitos.

 Além disso, notas fiscais e contratos com empresas de fachada foram forjados com o propósito de sustentar as transferências ocorridas anteriormente sem o adequado lastro contábil.

A estimativa é de que mais de R$ 1,5 milhão foram repassados para diversas pessoas físicas investigadas, principalmente para o diretor da organização social contratada pela prefeitura, que efetuou no período de contrato saques em espécie que somaram mais de R$ 500 mil.

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