Cidade
Prefeitura explica como funciona a rede de semáfaros da cidade
Alegrete tem um trânsito que exige muita atenção dos motoristas e pedestres. A relação não é das melhores e os acidentes acontecem quase que diariamente. Os cruzamentos mais perigosos possuem semáforos para regular o fluxo de veículos e a passagem de pedestres.
Quando um semáforo estraga, o trânsito fica complicado, especialmente no horário de pico. Foi o que ocorreu, recentemente, com a sinaleira da rua Vasco Alves esquina com a General Sampaio que está fora de circulação depois de ser atingida por um carro envolvido em acidente naquele cruzamento.
Na Prefeitura, o responsável pela manutenção externa dos semáforos e câmaras de videomonitoramento é o funcionário eletricista Flávio Paim. Este servidor fez um curso de especialização em programação de semáforos. Na sua bancada, os semáforos da rua esquina da Vasco Alves com a rua General Sampaio já foram consertados e só falta a instalação de uma nova haste para a recolocação do equipamento.
Para consertar um semáforo, o trabalho é exaustivo e exige muita concentração. Cada conjunto pesa em média 25 quilos e fica exposto no tempo, com sol ou chuva e seu suporte metálico é alvo de frequentes choques de carros.
No trânsito da cidade, são 17 sinaleiras em funcionamento, das quais quatro são da empresa Kopp e as demais da empresa Sinacon. O técnico responsável pelos semáforos, Flávio Paim, sonha com equipamentos mais modernos, mas esbarra na falta de recursos, conforme disse. Outra ideia, é a de colocar após a meia noite os semáforos na forma intermitente, a exemplo do que acontece em algumas cidades, mas que isso também passa por estudos.
Além da manutenção dos semáforos, Flávio atende também o sistema de câmeras de monitoramento. A cidade conta com 20 câmeras espalhadas em diferentes pontos. Conforme o coordenador da sala de controle do sistema de vídeomonitoramento da Prefeitura, Uiliam Almeida, além das vinte câmeras, há outras 97 câmeras em prédios públicos da cidade. Também há a vigilância do projeto Alegrete Mais Segura que já conta com 9 estabelecimentos com câmeras instaladas. É a cidade ampliando o sistema de videomonitoramento 24 horas.
DPCom PMA
Alair Almeida
Cidade
FREDERICO ANTUNES DESTINA EMENDA PARLAMENTAR A APAE ALEGRETE
Trata-se de uma Instituição beneficente de apoio, prevenção e promoção de bem estar às Pessoas com Deficiência e do Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Na quarta-feira (2/4), Dia Mundial de Conscientização do Autismo, a SJCDH firmou um termo de colaboração destinando recursos de emenda parlamentar, do Deputado Estadual Frederico Antunes, para a APAE Alegrete/RS.
No total, foram direcionados R$ 75 mil para a Associação. Os recursos serão aplicados na contratação de serviços e multiprofissionais, como neuropsicopedagoga, psicólogo, assistente social, entre outros. A entidade atende em média 426 pessoas.
“É o nosso reconhecimento ao trabalho de excelência que é realizado pela nossa APAE Alegrete, que é uma referência regional”, destacou Frederico.
As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais são instituições que prestam serviços educacionais e de apoio às pessoas com deficiência intelectual ou múltipla. No total, existem 206 APAEs no Rio Grande do Sul.
O secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Fabrício Peruchin; o Deputado Estadual, Frederico Antunes e a diretora-administrativa da Federação das APAEs do Rio Grande do Sul (FEAPAES), Lúcia Centena, participaram do ato de assinatura no Centro Administrativo do Estado (CAFF).
📸 Cristiano Guerra
Cidade
Obra particular rompe rede e cinco bairros estão sem água.
Obra particular rompe rede de água, e abastecimento em cinco bairros deve retornar durante a madrugada
Uma obra particular rompeu uma rede de água na Rua Olegário Vitor Antônio José de Vargas, em Alegrete, na noite desta quarta-feira, 26, e o abastecimento foi interrompido na região da Coxilha e nos bairros Fronteira Oeste, Maria do Carmo, Novo Lar e Vila Inês.
A Corsan está realizando o reparos, com previsão de que o retorno do fornecimento de água ocorra durante a madrugada desta quinta-feira, 27, de forma gradual.
Para mais informações, podem ser usados os canais de relacionamento da Corsan com o cliente: app Corsan, site www.corsan.com.br (na Unidade de Atendimento Virtual), WhatsApp (51) 99704-6644 e ligações gratuitas pelo 0800.646.6444.
A Corsan está permanentemente disponível nesses canais e recomenda que a população utilize esses meios de contato com a Companhia para solicitações, pedidos de informação ou para fazer comunicados. Isso agiliza a tomada de providências e a mobilização das equipes de serviço.
Cidade
MP consegue condenar a 30 anos autor de feminicídio em Alegrete
Após denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), o Tribunal do Júri em Alegrete condenou nesta terça-feira, 25 de março, a 30 anos de reclusão, homem que agrediu sua companheira até a morte no ano de 2023.
Na madrugada do dia 20 de novembro, após uma discussão com a companheira, o denunciado a espancou com diversos golpes pela cabeça e pelo corpo, fugindo logo após e deixando a vítima inconsciente e agonizando por horas, até ser encontrada por uma vizinha e socorrida pelo SAMU.
A mulher foi encaminhada ao hospital, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos, indo a óbito no dia seguinte.
O crime foi praticado por meio cruel, uma vez que o denunciado agiu com brutalidade desmedida ao espancar a vítima na região da cabeça, o que acarretou fratura do crânio e hemorragia cerebral, causando-lhe sofrimento desnecessário, e por razões da condição de sexo feminino (feminicídio).
“Os jurados foram chamados à responsabilidade de encerrar esse ciclo de violência em que a vítima se encontrava, garantindo a punição do responsável, e, ao acolher integralmente o pedido do Ministério Público, indicaram que a sociedade não tem mais nenhuma tolerância com a violência contra as mulheres”, destacou a promotora de Justiça Maura Lelis Guimarães Goulart, que atuou em plenário.
O juiz determinou a imediata execução da pena do condenado, que respondeu preso a todo o processo, e fixou indenização mínima de 30 salários mínimos em favor dos familiares da vítima, a título de reparação pelos danos morais provocados pelo crime.
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