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Manchete

Tio mete a mão boba onde não é permitido.

Uma mulher registrou queixa contra um familiar por falta de modos e assédio sexual. Segundo ela, o tio morava em Porto Alegre, mas retornou à cidade, por estar meio deleriado das idéias e aqui, teria uma vida mais sossegada, uma vez que ele tem dificuldades para enxergar e falar. Estas deficiências tornaram o idoso dependente de cuidado permanente.
A família daqui o recebeu, sem saber exatamente o mal que afligia o tio. Ele veio e ficou instalado numa casa da frente, sendo que seus parentes continuaram em casas do fundo do terreno.
De uns tempos para cá, a doença dele se manifestou em querer apalpar uma das sobrinhas. O sintoma da mão boba se manifestava toda vez que ela passava perto. Um tapa no bumbu, seguido de palavras indecifráveis, foi se tornando em atos contínuos e compulsivos, até que agora no mês passado ele declarou seu intento: armado de um afaca o tio meio abilolado, fez ameaças para a parenta dizendo que queria as coisas com ela.
Daí a vítima não pelou a coruja e quase deu um boxe no tio. Ele passou a persegui-la com uma faquinha no bolso, até mesmo na rua. Nesta semana ela estava se dirigindo ao mercado, quando ele se encarnou e disse que tinham que manter relações íntimas senão ele iria se matar.
Quando ela voltou para casa, ele havia pendurado uma corda na porta e havia um bilhete embaixo: di amo…Daí ela ligou para os familiares em Porto Alegre, para saber que doença “tinha a bucha”. Soube então que era surto da mão boa, e que lá também ele vivia bolinando os familiares, que resolveram embalar a criança e enviar com mala e cuia para Alegrete.
Bem, daí ela leu o bilhete, pediu medidas protetivas e vai dar um ferraço nele na Justiça, pra ele aprender a respeitar as caras e acabar com o surto da mão tarada.

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Interior

Prefeitura inicia obras de recuperação das estradas no interior do Município

A Prefeitura Municipal, através das secretarias de Planejamento e Infraestrutura, iniciou as obras de recuperação das estradas vicinais que dão acesso aos assentamentos Novo Alegrete e Unidos Pela Terra. O projeto é fruto do repasse de R$ 380.000,00, vindos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária- INCRA, em contrapartida da prefeitura foram destinados R$ 35.502,18, estimando o valor total do investimento em R$ 415.502,18.
As obras iniciaram no dia 13 de janeiro e buscam recuperar mais de 18 km em extensão, começando pelo cruzamento entre a Avenida Ibicuí em direção ao Rincão de São Miguel, afunilando da sua largura a partir do segundo trecho e finalizando no Corredor Kerpel.
Além das melhorias na estrada, serão realizados outros serviços como: construção de galerias, colocação de bueiros, instalação de canteiro e terraplanagem. O prazo para concluir todas as etapas é de 60 dias corridos a partir da data inicial.
 
 
 
 
 
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Manchete

O Ministério da Saúde solicitou ao Instituto Butantan a entrega imediata de 6 milhões de doses importadas da Coronavac.

O Ministério da Saúde solicitou ao Instituto Butantan a “entrega imediata” das 6 milhões de doses importadas da China que foram objeto do pedido de autorização de uso emergencial à Anvisa. 

O diretor do Departamento de Logística em Saúde do Ministério, Roberto Ferreira Dias, enviou ofício ao diretor do Butantan, Dimas Covas, solicitando as vacinas que o governo paulista importou da China.

“Solicitamos os bons préstimos para disponibilizar a entrega imediata das 6 milhões de doses importadas e que foram objeto do pedido de autorização de uso emergencial perante a ANVISA”, diz o ofício.

“Ressaltamos a urgência na imediata entrega do quantitativo contratado e acima mencionado, tendo em vista que este Ministério precisa fazer o devido loteamento para iniciar a logística de distribuição para todos os estados da federação de maneira simultânea e equitativa, conforme cronograma previsto no Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a COVID-19, tão logo seja concedido a autorização pela agência reguladora, cuja decisão está prevista para domingo, dia 17 de janeiro de 2021.”

 

 

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Manchete

Jornalistas se mobilizam contra bloqueio do Twitter de Luiz Antônio Araujo

O jornalista Luiz Antônio Araujo teve sua conta no Twitter bloqueada em 6 de janeiro, após publicar duas imagens: uma da mesa da presidente da Câmara de Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, vandalizada por invasores do Capitólio, e outra da mesa do personagem Dwight Schrute, da série ‘The Office’. Conforme Luiz Antônio, a decisão da plataforma foi ele ter violado a regra que proíbe “publicar ou postar informações de outras pessoas sem autorização e permissão expressas”. A ocorrência mobilizou colegas profissionais que têm se manifestado na própria rede social pelo fim da restrição.

“A imagem da mesa de Pelosi correu o mundo no dia da invasão do Capitólio. A invasão de seu gabinete é notícia de interesse público. Foi inclusive tuitada por jornalistas verificados. A da mesa de Dwight Schrute é uma peça de cenário de série de TV. Não quero acreditar que, em um momento tão grave para o Brasil e o mundo, o Twitter esteja engajado na defesa da privacidade de um personagem de ficção”, declarou o jornalista, em entrevista ao Coletiva.net. Ele acredita que nenhuma das duas fotos configura informação de natureza privada, e que, desta forma, o bloqueio à sua conta seria injustificado, sem base nas regras do Twitter, na legislação e na ética jornalística.Para recuperar seu espaço na plataforma, Luiz Antônio tentou entrar em contato com os gerenciadores. Em um primeiro momento, seguiu o caminho indicado pelo próprio Twitter, apresentando recursos contra a iniciativa. Desde o dia do acontecimento ele já escreveu três vezes expondo as razões. Nesta quinta-feira, 14, ele trocou mensagens com uma funcionária da empresa que lhe enviou um formulário eletrônico, que possibilitou que ele trocasse a senha. A conta, no entanto, segue bloqueada. “Terceiros podem visualizá-la. Eu não consigo sequer abri-la no celular ou no computador. Só sei que ainda existe porque amigos me dizem que a estão abrindo normalmente”, explicou.

O caso mobilizou colegas de profissão que têm se manifestado na própria rede pelo fim desta restrição. Um dos primeiros a se manifestar foi o jornalista e escritor, ex-ombudsman da Folha de São Paulo, Mário Magalhães. Ele escreveu nesta quarta-feira, 13: 

A jornalista mais premiada da história, a gaúcha Eliane Brumm escreveu hoje, ao retuitar Mário:

Alexandre Aguiar, Fabiano Costa, Graciliano Rocha, Larissa Roso, Leandro Fontoura, Marcelo Canellas e Rubens Valente foram outros profissionais de imprensa que se manifestaram. 

Fonte: Coletiva.net /Matéria original

Manifesto da Associação Brasileira de Imprensa-ABI

 

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