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Lavoura de precisão na pauta da Abertura da Colheita de Arroz de 2019

 
A Abertura Oficial da Colheita do Arroz 2019 vai ter como destaque a inovação tecnológica com o objetivo de buscar alternativas que ajudem ao produtor a obter maior produtividade em suas lavouras. A Federação das Associações de Arrozeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Federarroz) destaca o trabalho desenvolvido na preparação deste que é o maior evento da América Latina, em busca de mais informação e alternativas para o setor. Um dos objetivos é unir o setor em busca de soluções. O presidente da Federarroz, Henrique Dornelles, afirma que será o momento de colher inovação, tecnologia, diversificação e informação.
 
Entre as novidades a serem apresentadas nesta edição dentro das Vitrines Tecnológicas, estarão produtos desenvolvidos pela Embrapa e Instituto Riograndense do Arroz (Irga). O coordenador regional do Irga na Zona Sul, André Matos, junto com a equipe de extensionistas da instituição, está ajudando na organização do evento, e afirma que as Vitrines estão muito bem conduzidas. Informa que as de arroz já estão em estágio de diferenciação da panícula, estrutura que abriga as flores e posteriormente as espiguetas, e as de soja encontram-se todas semeadas e em pleno desenvolvimento. Lembra que o clima tem ajudado. “Estamos efetuando irrigação tanto no arroz como na soja, e com certeza apresentaremos vitrines excepcionais para os visitantes de toda a América Latina que irão participar da Abertura da Colheita do Arroz”, enfatiza.
 
Conforme o pesquisador da Embrapa, Giovani Theisen, como o tema será diversificação de culturas, foi criado um espaço adicional com tecnologias voltadas à integração lavoura-pecuária, onde serão mostradas uma coleção com nove diferentes espécies forrageiras de verão para os produtores que têm integração lavoura-pecuária ou atividade leiteira ou somente pecuária de corte. “São duas cultivares de capim elefante e outras forrageiras da classe dos panicuns. Um dos destaques é a BRS Estribo, que é um tipo de capim-sudão, que tem um período de pastejo bem superior ao milheto comum. Neste espaço será possível acompanhar o manejo de animais nestes tipos de forrageiras”, informa.
 
Theisen fala ainda que na parte do arroz serão mostradas as cultivares BRS Pampa CL, a Pampeira, e a BRS 701, que são os últimos materiais lançados pela Embrapa. Ressalta que também será apresentada uma cultivar de soja, a BRS 6203 RR, de ciclo médio e com uma boa capacidade produtiva. “Ainda dentro deste espaço da Embrapa, estaremos mostrando uma técnica de drenagem de solo com camaleões largos que possibilita fazer plantio direto naquelas áreas onde não entra o arroz, geralmente em áreas baixas que ficam encharcadas’, explica.
 
A 29ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz ocorrerá de 20 a 22 de fevereiro na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), com o tema “Matriz Produtiva: Atividade Diversificada, Renda Ampliada”. O evento conta com Patrocínio Premium do Irga, correalização da Embrapa e é uma realização é da Federarroz.
 
Imagens: arquivo do EQ/Colheita do Arroz em Alegrete
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Chuva forte atingiu Rosário do Sul e Alegrete neste feriado de 1°de maio

Na foto acima, no meio da tarde desta sexta-feira, KM 498 da Br290… passando água sobre a pista, mas o trecho não foi interrompido

Os últimos levantamentos do INMET e da  Defesa Civil realizados até o final da tarde de hoje, 1º de maio de 2026, os volumes registrados são preocupantes, especialmente pela velocidade com que a água acumulou.
Aqui estão os dados atualizados:

Rosário do Sul
É o município em situação mais crítica no momento, com acumulados que já superaram a média histórica de todo o mês de maio.

Máximo registrado:

Mais de **120 mm** em menos de 24 horas.
Situação: Já há registros de casas e ruas alagadas na área urbana. A previsão indica que esse volume pode chegar ou superar os 200 mm até o final da noite, mantendo o risco de cheias rápidas muito alto.

Alegrete
Embora o volume total tenha sido ligeiramente menor que em Rosário até agora, a intensidade da chuva na bacia do Rio Ibirapuitã coloca a cidade em alerta máximo.

Máximo registrado:Os pluviômetros indicam cerca de 51,7 mm acumulados ao longo do dia, mas com tendência de forte elevação.
Nível do Rio Ibirapuitã: A última medição oficial (por volta das 20h) indicava 1,33 metros. Embora ainda esteja longe da cota de inundação (9,70 m), o risco reside no volume que cai nas cabeceiras, o que pode causar uma subida repentina nas próximas 12 a 24 horas.

Internautas

Nos grupos do whatts app há vários registros da chuva em diferentrs pontos do interior de Alegrete.

KM 498 da Br290… passando água sobre a pista, mas o trecho não foi interrompido
Entre Rosário do Sul e Alegrete, choveu 150 mm
Na Fazenda São Pedro, 247 mm e segue chovendo
INHANDUI,  Santa Zulmira, 130mm
Também 130mm na Agropecuária Vale do Jarau
No Paipasso 130 mm
Na agropecuária Tapera, 112 mm
Cabanha São Manoel, 75 mm, Guassu boi
Na Minuano, 23mm
Figueira – Mariano Pinto, 20mm
Cidade – Bairro Santos Dumont até às 18 horas, 88mm

130 mm até agora no Inhandui na Br 290
Na Palma, até agora 150 mm
No Vasco Alves, 160 mm

Atenção:

O INMET mantém o Aviso de Tempestade (Grande Perigo) até a tarde de amanhã, 2 de maio, com previsão de ventos superiores a 100 km/h e mais chuva volumosa. A orientação da Defesa Civil é que moradores de áreas ribeirinhas ou locais historicamente sujeitos a alagamentos permaneçam em vigilância constante.

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Condenados: tios recebem até 32 anos por morte de Márcio dos Anjos em Alegrete

Após dois dias de julgamento, encerrado nesta sexta-feira (17), o júri condenou os tios paternos do menino Márcio dos Anjos, de 1 ano e 11 meses, morto em agosto de 2020, em Alegrete.

Riane Quinteiro da Costa foi condenado a 32 anos de reclusão e Roberta Eggres Prado a 29 anos e 4 meses, ambos em regime fechado. As penas são por homicídio comissivo por omissão qualificado. Cabe recurso.

Atuaram na defesa Igor Roberto Freitas Garcia, pelo réu, e Júlia Sleifer Alonso e Khaoan Quevedo Jacques de Castro, pela ré.

O caso
Segundo a denúncia, a criança foi espancada pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques. O menino vivia com o casal, responsável por seus cuidados enquanto o genitor trabalhava na zona rural.

As agressões teriam ocorrido na noite de 13 de agosto de 2020. A vítima só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio morreu no dia seguinte. A causa da morte foi traumatismo craniano, com edema e hemorragia cerebral.

Com informações do TJRS.

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Itaguassu é condenado a 39 anos por assassinato de Schana Pianesso e do bebê que ela esperava

Nesta quinta-feira (26), no Fórum de Alegrete, foi palco do tão esperado novo julgamento de Itaguassu Borges Pinheiro, acusado pelo assassinato de Schana Pianesso e do feto que ela gestava em 2008. Após mais de quatorze horas de sessão, o réu foi condenado a 39 anos de reclusão em regime inicialmente fechado.

A sentença, proferida pelo juiz Rafael Echevarria Borba, destacou a brutalidade do crime e aplicou aumentos rigorosos na dosimetria da pena, levando em conta a frieza emocional do acusado e o contexto de violência de gênero.

Detalhes da condenação
– Homicídio qualificado: pena fixada em 30 anos, considerando a personalidade “desviante” do réu e a culpabilidade acentuada. O magistrado ressaltou a noção de posse do homem sobre a mulher e o fato de a vítima ter sido levada a um local ermo para ser morta com extrema violência.
Aborto provocado por terceiro sem consentimento: pena de 9 anos, justificada pela intenção do réu de ocultar uma relação extraconjugal e pela brutalidade que atingiu toda a estrutura familiar. O concurso material entre os dois crimes resultou na pena total de 39 anos.

Execução imediata
O juiz determinou a execução provisória da pena, com o imediato recolhimento do réu ao cárcere. Foi expedido mandado de prisão e negado o direito de recorrer em liberdade, devido ao montante da condenação e ao regime fixado.

Embora Itaguassu já tenha cumprido 1.034 dias de prisão preventiva, o tempo não é suficiente para garantir progressão de regime.

Justiça após 18 anos
O desfecho encerra um capítulo de 18 anos de espera por justiça para a família Pianesso e para a comunidade de Alegrete, que acompanhou o caso desde 2008.

 

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