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Homem está preocupado com a falta de modos da ex mulher

 
 
Um homem registrou queixa contra a sua ex mulher, dizendo que a mesma está mais à toa agora do que quando estavam juntos, apesar de que a falta de modos dela vem desde a época do matrimônio. Na verdade, antes. Ele lembrou que ela chegou bem treinada e muito disposta, fazendo apostas para embates que ele nunca conseguiu chegar nem na metade das disputas.
 
Queria uma mulher do lar, e encontrou uma sempre numa baita larica sexual.
Neste jogo ela então batia fundo na auto estima do esposo, insinuando que assim teria que terceirizar a prorrogação. Mais tarde ele viu que aquelas sondagens era uma forma sórdida dela comunicar que havia mais de um senhor ricardo dando assistência técnica no turno inverso.
 
O casal teve filhos, mas ela continuava impossível, não lhe dando tréguas e cada vez mais determinada a aprofundar a busca de prazer. O infindável estoque de sugestões, de idéias e fantasias levaram o esposo à exaustão. A separação foi inevitável. Os filhos ficaram com ela e estão mais taludos. Depois da separação, começaram a compreender que a mãe deles é bem arteira.
 
Levaram o caso para o pai e este procurou ajuda da Lei, porque ela está escalando degraus rápido demais e passou a trocar de forma intensa os parceiros. Questionada por um familiar disse que era a pomba gira, que exigia o abate de perus, mas o ex marido e pai dos filhos, não aceita esta versão, porque ela encarna, talvez, uma coruja sem sossego, porque pela inquietação, em ficar recorrendo as cercas, pulando de caibro em caibro, não é comportamento de uma pomba que se preze.
 
O problema é o trânsito intenso de novos parceiros dentro da casa onde estão os filhos. Ele teme que algo de grave venha acontecer, caso o furor uterino da ex não seja controlado. Nem que seja numa sessão de descarrego, ele sugere. Registrou a fim de haver uma investigação rigorosa do funcionamento psíquico dinâmico da região sul do corpo dela. Os zóinhos com efeito pegante ele nem discute…
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Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete

Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.

De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.

O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

 

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Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete

No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.

O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.

 Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
 Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.

 

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Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida

Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.

A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.

A previsão de duração do julgamento é de dois dias.

Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.

Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.

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