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Condenado homem que deu golpe de venda de terreno “frio” no cemitério

 
A Justiça local condenou um homem por ter aplicado o golpe da venda de terrenos no cemitério municipal. A vítima foi uma viúva. Ela ingressou com uma ação e o caso foi rápido. Houve duas audiências para tentar um acordo. O réu não compareceu na primeira e agora, recentemente, foi dada a sentença definitiva pelo Juizado Especial Cível.
A vítima é moradora no bairro Vila Nova, e terá seu nome mantido em sigilo. O autor não foi localizado pela reportagem para dar sua versão. O que foi decidido é que nesta ação que pediu reparação de danos.
 
A senhora adquiriu um terreno no Cemitério a fim de construir um jazigo para sua família, logo que ficou viúva. Porém, ao tentar o licenciamento para a construção do Jazigo, a autora recebeu informação da Prefeitura que o terreno negociado com o corretor, simplesmente não existia.
 
A vítima tentou várias vezes que o autor do negócio resolvesse o problema, ou devolvesse o dinheiro pago, nada foi feito. Até mesmo da audiência no Fôro ele não compareceu e, por isso, foi julgado à revelia.
 
O homem cobrou R$ 780,00 para um suposto registro no Município. Como estava emocionalmente abalada, delegou ao corretor que resolvesse esta situação do terreno. Depois houve uma certa prestação. O certo é que o golpista foi condenado a pagar R$ 4.000,00 pelo terreno que nunca foi entregue.
 
Além do mais tem o valor de R$ 700,00 pelo projeto de elaboração e execução do jazigo, tudo pago com muito sacrifício pela vítima. Ela ficou com os recibos de um negócio que pensou que descansaria, mas que só trouxe mais dor-de-cabeça. O problema agora, é encontrar o réu, de local ignorado e não sabido. Outras vítimas também registraram B.O no início do ano devido ao mesmo tipo de golpe.
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Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete

Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.

De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.

O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

 

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Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete

No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.

O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.

 Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
 Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.

 

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Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida

Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.

A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.

A previsão de duração do julgamento é de dois dias.

Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.

Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.

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