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Mulher se separa, é ofendida e acaba saindo das tamancas contra o ex

 
 
Uma mulher saiu das tamancas depois da separação. Estava casada com um cara já algum tempo, mas o relacionamento começou a se desgastar e ela resolveu se separar. O problema é que não está fácil o fim do que já foi uma linda história de amor, com paixão tórrida e dias que eram para ser inesquecíveis e agora se tornaram fontes de ofensas e lembranças desastrosas.
Nesta semana o cara deu um desdobre pra ir até a antiga residência, mas acabaram numa grande bateção de boca. Foi pelo telefone, e o ex marido encheu a osso a mulher, com ofensas, com ameaças e levantando suspeitas sobre a predisposição dela em ter parceiros simultâneos para colocar suas fantasias em dia, e, assim extrapolar sua verdadeira identidade secreta, a de vagamba insaciável.
Ela ficou desnorteada com esta acintosa conclusão do ex marido, baseada em falsas suposições para levantar calúnias e inferir fatos desabonatórios à sua conduta casta. Ele procurou a pior estratégia para resolver o problema, porque ao tentar adentrar a casa, para pegar seus inseparáveis carpins, que usava até na hora do amor, e mais uns paninhos básicos, ela lhe prendeu o braço. “Toma que te mandaram” disse a mulher, enquanto lhe abotoava com um tapão no pescoço e daí foi uma sequência durante a tunda que ela lhe deu.
Na DPPA ela disse que não é nada do que o marido lhe adjetivou. Também não gosta de falar sobre os sucessivos fracassos dele por conta do carpim mágico, com furo no dedão, que ele teimava em garantir que fazia parte de uma mandinga da mãe dinah, pra se tornar portentoso. Sempre o efeito era o contrário, mas a queixa dela não entraria em tais detalhes e pediu medidas protetivas e vai a ferro, porque o processo de separação já está em andamento com as papeladas. “Agora me chamar de vagabunda?! Isto não violão”, disparou, quente do osso.
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Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete

Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.

De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.

O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

 

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Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete

No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.

O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.

 Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
 Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.

 

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Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida

Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.

A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.

A previsão de duração do julgamento é de dois dias.

Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.

Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.

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