Manchete
Energia alternativa tem linha de crédito na Sicredi
Desde abril do ano passado, já foram liberados cerca de R$ 14 milhões para projetos de energia solar
Com o intuito de fomentar a consciência sustentável nas comunidades em que atua, a Sicredi Pampa Gaúcho tem à disposição dos associados, uma linha de investimentos voltados as energias renováveis, que visam reduzir a emissão de gases poluentes, aumentar a qualidade de vida, valorizar a estética de bens imobiliários, investir na construção sustentável, além de obter economia financeira.
Muitos associados, de diversos segmentos, têm buscado junto a Sicredi Pampa Gaúcho, linhas de crédito para investimento em energia solar.
É o caso da Caal, que implantará uma usina geradora de energia a partir da luz solar. A execução da obra será realizada pela Esco-GD Tecnologia em Energia Ltda, que a partir da PampaTec, incubadora de empresas tecnológicas da Unipampa Campus Alegrete, tem conquistado mercado no segmento de energia limpa
No ato da assinatura do contrato dessa parceria, estiveram presentes o presidente da Sicredi Pampa Gaúcho, José Antônio Menezes; presidente da Caal, José Alberto Ramos e o diretor da Esco-GD, Nelcy Ulisses Duarte de Almeida, além do diretor Executivo da Pampa Gaúcho, Leandro Gindri de Lima. do vice-presidente da Caal, Antônio Roberto Mendes Dalcin, e da gerente da Sicredi Empresas, Dunia Milbradt.
Menezes aproveitou a oportunidade para destacar o sexto princípio cooperativo, que trata da intercooperação, quando as cooperativas agem mutuamente, fortalecendo os laços cooperativistas e valorizando o ato de cooperar.
Ao todo, desde abril do ano passado, a Cooperativa já liberou R$ 14 milhões em linhas de crédito específicas para energia solar, destinados a 60 projetos já executados e em execução.
Segundo especialistas, as instalações que estão sendo feitas, com investimentos oriundos da Pampa Gaúcho, tem em média 38kWh por projeto e capacidade para alimentar a energia elétrica de cerca de 500 residências.
Manchete
Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete
Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.
De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.
O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.
Manchete
Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete
No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.
O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.
Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.
Manchete
Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida
Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.
A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.
A previsão de duração do julgamento é de dois dias.
Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.
Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.
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