Manchete
Advogado nega acusação de estupro e apresenta novas informações
Nesta manhã, o EQ foi procurado pelo advogado do acusado de estupro, que foi preso na tarde de ontem, conforme matéria neste site. O advogado Jairo Lopes Carvalho, disse que o uso da palavra estuprador, dita pela autoridade policial, não se justifica neste momento. Segundo o advogado, pelo princípio da presunção de inocência, ninguém pode ser considerado culpado sem o trânsito em julgado da condenação. (Artigo 217A do Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940)
O advogado estranha que até mesmo antes do acusado ser ouvido, a matéria já estava circulando nos meios de comunicação. “Meu cliente foi tratado como estuprador, sem ter sido ouvido pela Polícia. Quando foi ouvido, a notícia já estava nas redes sociais”, disparou.
Durante o depoimento foram juntadas provas, que estão de posse da Polícia Civil, demonstrando que a vítima consentiu com o ato e que depois do dia do acontecido, seguiu mantendo conversas com o acusado, inclusive para sairem novamente. “Meu cliente se negou”, disse o defensor, que ressaltou que o menor, participa de um site de relacionamentos gays, na cidade, enviando fotos íntimas, assediando outros homossexuais, e que estas conversas estão de posse da Polícia.
“Estranho, porque meu cliente sequer foi ouvido pelo Delegado de Polícia, conforme prevê a Lei”, observou o advogado. “O problema agora, grave, é que ele está sendo ameaçado de morte dentro do Presídio, por algo que ainda está sendo investigado. Acho temerário usarem a palavra estuprador pela autoridade policial, antes da conclusão do inquérito”, disparou.
Segundo ainda o advogado, o acusado disponibilizou as conversas contidas no notbook e andróid, pelas redes sociais voluntariamente. “Não há vítimas, nem outras vítimas”, garantiu o advogado.
Lei mais:
Manchete
Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete
Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.
De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.
O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.
Manchete
Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete
No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.
O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.
Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.
Manchete
Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida
Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.
A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.
A previsão de duração do julgamento é de dois dias.
Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.
Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.
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