Manchete
Policial de Livramento suspeito de envolvimento com o tráfico
Polícia Civil cumpriu ordens judiciais em Sant’Ana do Livramento, nesta quarta-feira (1°), na operação Patrinus, que prendeu três policiais civis na Região Metropolitana de Porto Alegre, por suspeita de envolvimento com tráfico de drogas. A operação foi realizada pela Corregedoria-Geral, por meio da Delegacia de Feitos Especiais, cumpriu nove mandados de busca e apreensão, dois de prisão preventiva e um de prisão temporária. Dois agentes foram detidos em Porto Alegre e um em Canoas. A informação é da GauchaZH.
A suspeita de envolvimento dos policiais tem origem em uma investigação do Ministério Público (MP) que desarticulou, neste ano, um esquema de tele-entrega de cocaína em Porto Alegre. Dois dos servidores exerciam suas funções na 3ª Delegacia de Investigações do Narcotráfico (DIN) e o terceiro trabalhava na 3ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre. Eles são investigados por corrupção, tráfico de drogas e associação para o tráfico.
– O trabalho da Corregedoria não é um trabalho fácil, mas tem que ser feito. É duro para nós, para a Polícia, mas demonstra a intenção de combater com bastante rigor os desvios que acontecem também com os nossos servidores. A curto, médio e longo prazo isso vai trazer mais confiança da população – sustentou o corregedor-geral da PC, delegado Marcos Meirelles em entrevista ao portal do Grupo RBS.
A investigação começou no fim de abril. As suspeitas são de recebimento de propina pelos policiais para fazerem “vistas grossas” para o tráfico de drogas em algumas regiões de Porto Alegre e Grande Porto Alegre. Também há suspeita de desvio de drogas apreendidas pela Polícia Civil.
Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas residências dos investigados e de parentes e nas delegacias onde eles trabalhavam. Foram apreendidas armas que não são usadas pela PC, drogas, documentos, computadores e celulares. Os policiais foram levados para o Grupo de Operações Especiais da PC.
Com informações de A Platéia
Manchete
Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete
Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.
De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.
O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.
Manchete
Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete
No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.
O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.
Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.
Manchete
Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida
Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.
A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.
A previsão de duração do julgamento é de dois dias.
Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.
Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.
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