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Mulher denuncia a mãe de pegar o seu filho e não querer entregar

Uma disputa por conta de uma criança de cinco anos foi parar na Polícia. Desta vez não é de mãe contra o pai, mas sim da mãe da crianças contra sua mãe, a avó do menor. A mãe do guri disse que foi buscá-lo na escola e foi informada que o filho dela não fora no colégio. Daí ela entrou em contato com a mãe dela o porquê o menino não havia sido levado e a avó do garoto disse que agora seria do jeito dela.

“Como assim?” questionou a mãe do menino. A mãe dela respondeu; que ela não teria mais ascensão sobre o filho, e que se estivesse incomodada que procurasse seus direitos junto ao Conselho Tutelar e/ou a Justiça.

A mãe do guri disse que a sua própria genitora está espalhando entre os demais familiares que ela é drogada e aluga suas partes íntimas para alguns clientes, que ela nega com veemência, e promete dar um ferraço na própria mãe e retomar a guarda do filho

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Vídeo-Um recém-nascido de cinco dias foi salvo por bombeiro em Alegrete

Recém-nascido de cinco dias foi levado pelo pai ao Quartel da guarnição de Bombeiros da cidade por volta das 21h e 20min do dia 20/11.

A menininha estava com asfixia por leite materno e foi socorrida logo no estacionamento da corporação pelo único soldado que estava de plantão. (assista ao vídeo)

O soldado efetuou o procedimento padrão para esses casos e conseguiu desobstruir as vias aéreas do bebê.

Um dos homens que aparece nas imagens (com a mão na cabeça) é o pai da criança, Leandro.

O outro homem e a mulher estavam passando na rua onde o casal mora, quando foram abordados pela mãe da criança. Na hora, toparam levar a pequena Júlia e o pai dela, Leandro, para o quartel dos  Bombeiros.

O  Bombeiros Josué Martins dois anos de farda conta que é a primeira vez que ele atuou numa situação assim.

Imagens: Jewison Cabral/RBS TV

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Operação passa o rastilho no trafico na fronteira

No data de hoje, 20 de novembro de 2020, policiais da DRACO-Uruguaiana e agentes da Operação Hórus, coordenados pelo Delegado André Serrão, realizaram a prisão em flagrante de três pessoas, sendo duas mulheres D.S.C, 28 anos e S.I.S.M, 31 anos; e um homem J.B.A, 33 anos, nos bairros de São Miguel, Santana e São João, no município de Uruguaiana.

Com os três conduzidos foram apreendidos: 8,3 kg de maconha; 18,3 kg de cocaína; 67,9 kg de maconha; duas balanças de precisão e telefones celulares; totalizando prejuízo de aproximadamente R$ 2.200.000,00.

A ação foi resultado de mais de um ano de empenho da equipe da DRACO que culminou em setembro deste ano com a Operação Centurion, desencadeada para investigar célula criminosa que comanda a venda de drogas no município.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul está sempre pronta para SERVIR e PROTEGER, acredite e denuncie.

DENÚNCIAS PODEM SER FEITAS ATRAVÉS DOS TELEFONES: 3413-5049 ou 3413-1951. A identidade será mantida em sigilo.

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Defensoria Pública estadual emite nota de repúdio pela morte de homem na capital

Morreu. Morreu porque era negro. A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul vem, pela presente nota oficial, prestar condolências à família de João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos que, na noite de 19 de novembro de 2020, véspera do Dia da Consciência Negra, foi violentamente agredido nas dependências do supermercado Carrefour, na zona norte de Porto Alegre, e veio a falecer. Embora o caso ainda esteja sob investigação, as imagens de extrema violência veiculadas na imprensa e em redes sociais falam por si.

É inadmissível que um brutal homicídio nas condições visualizáveis, com nítidos contornos racistas, seja tolerado em um Estado Democrático de Direito. Os fatos exigem da sociedade gaúcha explícitas e públicas manifestações de indignação, frente ao nítido crime de ódio perpetrado por dois homens brancos.

A situação e seu contexto são de extrema gravidade e a Defensoria Pública, como expressão e instrumento do regime democrático, assevera que não haverá qualquer espécie de tolerância, permissividade ou conivência com o racismo, expresso letalmente no caso concreto

Negras e negros possuem o direito de viver e existir como sujeitos de direitos e a Defensoria Pública não medirá esforços para a concretização de tais garantias cidadãs e, acima de tudo, para abolir qualquer forma de discriminação racial.

O homicídio de João causa consternação e tristeza e, observado o devido processo legal e a ampla defesa, não ficará impune, para o bem da história da sociedade gaúcha e do Brasil.

Enviado por: Assessoria de Comunicação Social/Defensoria Pública do RS

 

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