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Bem-estar

Usuários do BPC devem ficar atentos aos prazos para recadastramento no programa

O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é a garantia de um salário mínimo mensal à pessoas com deficiência e aos idosos com 65 anos ou mais que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção, nem de tê-la provida por sua família. Para ter direito, é necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja menor que 1/4 do salário-mínimo vigente. Por se tratar de um benefício assistencial, não é necessário ter contribuído ao INSS para ter direito. No entanto, este benefício não paga 13º salário e não deixa pensão por morte.

Lembrando que os rendimentos obtidos por idosos ou deficientes, seja benefício de amparo assistencial, seja aposentadoria, devem ser desconsiderados no cálculo da renda per capita quando do levantamento da situação de miserabilidade, critério exigido para concessão do benefício de amparo assistencial.

O presidente da Associação dos Familiares, Amigos e Deficientes de Alegrete (AFAD), Rui Fernando Medeiros, ressalta a importância do recadastramento até o dia 20/12/2018. Ele é obrigatório e de extrema importância, já que o não comparecimento acarretará na perda do benefício.

O Governo Federal através do decreto 8.805/2016 tornou obrigatório a inclusão dos beneficiários do BPC no CadÚnico, tanto para manutenção quanto para o requerimento deste benefício. A Prefeitura de Alegrete, através da Secretaria de Promoção e Desenvolvimento Social e do setor Cadastro Único, tem realizado ações descentralizadas do BPC nos bairros do município. As ações têm como objetivo aproximar os serviços do cadastro Único da população, facilitando o acesso e o cumprimento das condicionalidades exigidas pelo Governo Federal. As  próximas ações ocorrem no dia 16 de Abril das 14h às 17h  no bairro Vila Grande, rua  Glorialdo Marques da Silva, nº 109 e no dia  18 de Abril, das 14h às 17h  no Bairro Sepé Tiaraju, rua Tia Lourdes de Oliveira, Nº 445.

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Bem-estar

Defensoria Pública promoverá oficina virtual e gratuita sobre os direitos da pessoa com deficiência

Porto Alegre (RS) – Após a realização de oficinas gratuitas de educação em direitos a conselheiros tutelares, o Núcleo de Defesa da Criança e do Adolescente (Nudeca) e o Núcleo de Defesa dos Direitos das Famílias (Nudefam) da Defensoria Pública vão promover a oficina “Os Direitos da Pessoa com Deficiência”. A ação ocorrerá no dia 23 de outubro, das 14h às 17h, de forma totalmente virtual e gratuita. As inscrições prévias podem ser feitas neste link e é preciso adicionar a senha OFICINADPE.

O tema faz alusão ao Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, celebrado no dia 21 de setembro. Na atividade, palestrantes e convidados vão abordar diversos aspectos e direitos da pessoa com deficiência. O evento possuirá intérprete de libras. Confira a programação:

“A inclusão social e os direitos das pessoas com deficiência”, pela Defensora Pública Dirigente do Nudefam e do Centro de Referência em Mediação e Conciliação (CRMC), Patricia Pithan Pagnussat Fan

“Capacitismo: uma desconstrução necessária”, pela Defensora Pública Dirigente do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, Aline Guimarães, e pela Psicóloga da Defensoria Pública, Leticia Souza Mello

“Como a Defensoria Pública Estadual pode auxiliar?”, pela Defensora Pública Dirigente do Nudeca, Andreia Paz Rodrigues

“Benefícios previdenciários e Benefício de Prestação Continuada (BPC): como a Defensoria Pública Federal pode auxiliar”, pela Defensora Pública Federal Titular do 5º Ofício Previdenciário de Porto Alegre, Fernanda Hahn

O mediador do evento será o presidente da Associação dos Familiares e Amigos de Down (AFAD) e Vice-Presidente do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência (COEPEDE), Vicente Fiorentini. A convidada especial para a mesa de abertura virtual será a Presidente do COEPEDE, Jussara Müller de Assis. Ambas instituições são apoiadoras do evento.

POR NICOLE BORGES DE CARVALHO – ASCOM DPE/RS

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Bem-estar

Menino de 12 anos doa seu cabelo para ajudar no combate ao Câncer

É um gesto raro, mas aconteceu. Murilo Moreira Mendes, é um menino de 12 anos que sempre gostou de usar o cabelo longo e,nascido no Alegrete, nunca teve problemas em exibir sua enorme cabeleira, sendo esta muitas vezes elogiado pelo cuidado e tamanho.

Em 2013, o pai de Murilo, enviou um currículo de trabalho, para uma Usina Termoelétrica no estado do Ceará, sua qualificação garantiu a vaga de trabalho e a família partiu em direção a uma nova vida distante da terra do baita chão.

Chegando lá, oque era para ser um sonho para família, terminou se tornando um pesadelo psicológico para Murilo. Por ter o cabelo grande, muitas vezes sofria Bullying, por parte de outros meninos e até mesmo adultos, questionando sua orientação sexual e fazendo piadinhas a respeito de que todo Gaúcho seria Denorex, parece mas não é.

“Moramos alguns anos no Ceará onde de fato ele sofreu discriminação e foi humilhado em sala de aula por uma professora que inclusive chegou a falar que por ele ter a franja somente que na época era grande iria levar uma “Xuxinha” de prender cabelo de menina pra ele usar na aula, a partir disso ele se recusava a deixar o cabelo um pouco grandinho” comentou Liziane Moreira, mãe de Murilo.

Devido a pressão psicológica que vinha sofrendo, Murilo decidiu então que cortaria o cabelo e manteve seu cabelo curto até 2018, quando a família retornou ao estado, decidindo no momento que colocou os pés em solo gaúcho, que deixaria novamente seu cabelo crescer. Na escola Demétrio Ribeiro tem uma boa aceitação por parte dos colegas que dizem não imaginar ele de cabelo curto.

Dois anos se passaram e o cabelo cresceu, Murilo decidiu, então, que cortaria novamente seu cabelo, não para vender, pois algumas propostas em dinheiro já teria recebido de empresas que fabricam perucas comprando cabelos, mas cortaria para ajudar em uma nobre causa ou alguém que estivesse precisando do valor arrecadado com a venda, no tratamento de saúde.

A Aapecan (Associação de apoio a pessoas com câncer) frente a fragilidade social, econômica e emocional que a doença provoca a usuários com diagnóstico de câncer e em toda a família oferece acompanhamento com assistentes sociais e psicólogos, os quais acolhem, orientam e identificam as necessidades dos que buscam apoio em suas unidades, foi a escolhida para doação do cabelo de Murilo.

Na manhã desta Terça feira (08) Murilo foi até o Salão Terapia da Beleza, localizado na Rua Vasco Alves, onde a equipe formada por Jo Cabeleireira, Amanda e o Barbeiro Marlo, realizaram o procedimento de corte, e logo após um tratamento no novo corte do garoto.

Confira este momento no vídeo abaixo:

Murilo entregou o cabelo ao Mensageiro representante da Aapecan  Fabricio Rezer.

 

 

 

 

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Bem-estar

Estado ganhará politica de atendimento do Câncer Infanto-juvenil

O Rio Grande do Sul terá uma política de atenção à oncologia pediátrica a partir da aprovação – por unanimidade (54×0) – hoje (22/7) do projeto de lei do deputado Tenente-Coronel Zucco. O principal objetivo da iniciativa é aumentar os índices de cura e a melhoria da qualidade de vida de pacientes come câncer entre zero e 19 anos.

Para Zucco, o projeto representa uma conquista de crianças e adolescentes portadores da doença e seus familiares. “Queremos agilizar o diagnóstico e o tratamento dos pacientes. A parceria do Instituto do Câncer Infantil (ICI) foi fundamental para a elaboração deste projeto, abrangente e viável. É um dia de grande significado para milhares de famílias gaúchas”, acrescenta.

Para o Superintendente do ICI, Algemir Brunetto, a aprovação representa agilidade no encaminhamento, tanto de casos suspeitos quanto com diagnóstico confirmado da doença para os centros especializados do nosso Estado. “O resultado disso, com certeza, será o aumento do índice de cura da doença. Nesse momento histórico, o ICI agradece aos deputados pela aprovação do projeto de lei”, afirma.

O projeto assegura o tratamento diferenciado, universal e integral às crianças e adolescentes portadores de câncer, através de um modelo de assistência integral da rede de atendimento de saúde. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, trata-se da primeira causa de morte por doença na faixa etária zero a 19 anos no Brasil, gerando forte impacto para milhares de famílias.

Ao contrário do que ocorre com adultos, o câncer em crianças não tem fatores de risco, como sedentarismo, tabagismo ou álcool. A detecção e o tratamento precoce aumentam significativamente a possibilidade de cura. A OMS calcula que anualmente ocorram cerca de 300 mil novos casos de câncer infantojuvenil.

Gilberto Jasper / Jornalista do Gabinete do Deputado Zucco

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