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Em Campo

Um mutirão para oxigenar o Planeta

Há cerca de 30 dias, a Secretaria de Agricultura e Pecuária em parceria com o curso de Biologia da URCAMP e o 6º RCB vem reestruturando o Viveiro Municipal, antigo Horto Florestal.
Até o momento, o grupo que conta com três estagiárias da instituição de ensino e um militar do 6º RCB vem fazendo a manutenção das atividades relacionadas a produção e o cuidado com as mudas, bem como fazendo o paisagismo do local.
  As futuras biólogas estão fazendo o trabalho de catalogação e identificação das espécies, a confecção de placas de identificação com nome científico e comum da planta, proporcionando uma melhor organização do espaço. Juntamente com o militar do exército e os tres servidores do viveiro também estão construindo dois pequenos jardins rústicos com bancos de madeira, que são derivados dos abates de árvores em via pública.
O grupo também está realizando o plantio de folhagens e flores, com o objetivo do embelezamento e harmonização do ambiente para melhor receber os contribuintes e escolas que visitam o viveiro.
O Secretário da pasta, Daniel Gindri, informa que os acadêmicos que tiverem interesse em realizar estágio no viveiro, devem procurar a Secretaria para se informarem dos trâmites burocráticos. Da mesma forma, aquelas escolas que tiverem interesse em levar seus alunos para conhecer as dependências do horto podem agendar a visita através do telefone 3961-1665/3961-1709 ou diretamente na sede da Secretaria, situada na AV. Tiaraju, nº 1009, Bairro Centenário.
Produção de Mudas Nativas
O Viveiro Municipal João Souto produz mudas de árvores nativas, exóticas, medicinais e ornamentais de pequeno, médio e grande porte, sempre dando ênfase para as mudas de árvores frutíferas nativas pela sua importância e adaptação ao nosso clima tropical.
No local podem ser encontradas espécies como Aracá, Guabiju, Acerola, Guabiroba, Ingá e Jabuticaba. Também são produzidas árvores de pequeno porte para arborização urbana, como a Pitangueira, Araçá, Cerejeira, Ipê Amarelo, Chuva de Ouro, Pata de Vaca e Extremosa.  Importante ressaltar que as mudas são produzidas a partir de sementes coletadas nas praças e parques do município ou via estaquia das sobras das podas e abates realizados na cidade.
As mudas são produzidas em embalagens recicladas doadas pela comunidade, como caixa e latas de leite, latas de tintas, garrafas pet e garrafas de água. A cada 30 unidades de recipientes doados, o doador recebe uma muda de planta ornamental.
O lixo orgânico produzido pela secretaria, bem como os resíduos verdes das podas/abates realizadas em área urbana pública são destinados ao viveiro para a realização de compostagem e produção de adubo para o plantio das mudas.
A Secretaria continua solicitando a colaboração da comunidade para a arrecadação de embalagens recicláveis e também aceita a doação de sementes de flores ornamentais para auxiliar na produtividade sustentável do viveiro municipal.
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Em Campo

Nova diretoria do Sindicato Rural é empossada

Na noite desta terça-feira, o Sindicato Rural de Alegrete realizou a cerimônia de posse de sua nova diretoria, em evento marcado pela solenidade e pelo espírito de união. O encontro aconteceu no restaurante do Parque de Exposições Dr. Lauro Dornelles e contou com a presença de autoridades, representantes da Farsul, familiares e membros da comunidade rural.

A nova gestão, que estará à frente do sindicato até 9 de janeiro de 2029, tem como presidente Henrique Fernandes, acompanhado por Luiz Carlos Nemitz como vice-presidente e Vitorino Dornelles como secretário. A oficialização da posse foi respaldada por Francisco Schardong, diretor administrativo da Farsul, seguida da leitura da ata pelo secretário.

Durante a cerimônia, foi descerrada a placa em homenagem ao ex-presidente Luiz Plastina Gomes, que em seu discurso relembrou os desafios enfrentados nos últimos anos. Ele destacou a ausência da contribuição sindical como um fator que exigiu maior criatividade e otimização da estrutura do parque, por meio de parcerias estratégicas. A colaboração com o Senar foi ressaltada como fundamental para o treinamento e capacitação de profissionais do setor. Gomes também alertou para o aumento das responsabilidades impostas ao sindicato, sem a devida contrapartida financeira.

Em seu pronunciamento, o novo presidente Henrique Fernandes enfatizou o espírito coletivo da equipe que assume o comando da entidade. Ele agradeceu a confiança do ex-presidente, a presença dos diretores da Farsul, das autoridades locais, da comissão jovem, do movimento das mulheres e dos familiares. Fernandes reforçou a importância da união e da visão de longo prazo no agronegócio, criticando políticas contrárias ao setor e reafirmando o compromisso da diretoria com todos os produtores rurais.

> “Representamos a todos os produtores. Temos orgulho de ser produtor”, destacou Henrique Fernandes, em um discurso que marcou o início de um novo ciclo para o Sindicato Rural de Alegrete.

 

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Em Campo

Noite dramática desperta o heroísmo de produtores no combate à incêndios

 Em madrugada dramática, a senhora Ivanete Dambrós Petrocelli, junto com os filhos, vizinhos e amigos se uniram para salvar propriedades de fogo que começou na estância da Charua

Na madrugada deste dia 20 de março, um incêndio de grandes proporções atingiu a localidade do Vasco Alves, em Alegrete. Ivanete Dambrós Petroce

lli, com a ajuda de filhos, amigos e vizinhos, lutou contra as chamas que ameaçavam casas, plantações e animais.

A comunidade usou baldes, pelegos molhados, um trator e máquinas de passar secantes para tentar controlar o fogo, que começou na manhã anterior na estância da Charua e se intensificou à tarde.

Apesar de um controle inicial, um foco remanescente reacendeu o incêndio, levando a uma situação crítica. Os esforços para combater as chamas duraram das 19h até às 3h da madrugada seguinte.

Ivanete criticou a falta de apoio dos órgãos públicos, afirmando que, mesmo após buscar ajuda do exército, bombeiros e prefeitura, a resposta foi insuficiente, deixando a comunidade a enfrentar a calamidade com seus próprios recursos.

O fogo, que ocorreu a cerca de 23 quilômetros de Alegrete, afetou diretamente as propriedades Santo Antônio e Estância da Árvore.

Moradores, incluindo funcionários e proprietários das áreas afetadas, uniram-se para combater o incêndio, utilizando um trator e técnicas improvisadas. Apesar da gravidade, a ausência de ventos fortes evitou que o incêndio se intensificasse ainda mais. A comunidade conseguiu controlar o fogo, evitando danos maiores.

O DESABAFO DE UMA MÃE DIANTE DA LUTA CONTRA UMA SITUAÇÃO GRAVE

Venho aqui com uma revolta mto grande, ontem mais uma vez, a zona rural do nosso município foi deixada à própria sorte. Um incêndio de grande proporção que começou cedo tomou conta de várias terras, colocando em risco casas, plantações, animais e vidas. Diante do desespero que estavamos enfrentendo, buscamos ajuda dos órgãos públicos, mas o que recebemos? Silêncio, descaso e promessas vazias.

Sem outra alternativa, os próprios moradores incluindo meus filhos, tiveram que se unir e enfrentar as chamas com as próprias mãos, usando baldes, pelegos molhados, tratores, pulverizadores e a força da união. Enquanto o fogo avançava, percebemos que aqueles que deveriam proteger e apoiar a população simplesmente nos abandonaram. Fui atrás do exército, bombeiros, prefeito, e oque recebi? Estamos vendo, se fosse depender do resolver deles teria pego fogo em todas casas.

Até quando vamos assistir a esse descaso? Até quando a zona rural será ignorada? Precisamos de respostas, precisamos de investimentos, precisamos ser ouvidos! Hoje apagamos o fogo sozinhos, mas amanhã, quem garantirá que não perderemos tudo??
Aqui estão os verdadeiros heróis, não teve avião, não teve bombeiros que contessem o fogo, foram eles que passaram o dia inteiro, e noite a dentro tentando apagar aquele imenso fogo pra não pegar nas casas.

 

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Cidade

Sol de rachar não impede Meneghetti de se unir aos moradores para fazer mutirão

Temperatura bem acima dos 40 graus centígrados e em pleno domingo.  Mutirão de Limpeza no Campo do Palmeiras. Meneghetti contou com a ajuda do setor do agronegócio

No dia do descanso semanal, era 7h30 e o sol com seus 38 graus, não foi páreo para as famílias que participam com seus filhos do projeto de Futebol no Campo do Palmeiras, dessem início ao mutirão de limpeza tanto do campo de jogo, tanto do local de refúgio, que fica entre árvores.

O local fica no bairro Capão do Angico. Um esforço para garantir que a área de lazer ficasse mais aprazível para todos.

O Vereador Leandro Meneghetti (PL), a convite do grupo participou ativamente da atividade, onde contou com o auxílio de amigos do setor do agro para ajudar na limpeza e também com máquina e implemento para a retirada dos entulhos.

O POVO PELO POVO

Antes de iniciar os jogos, a motivação uniu homens, mulheres e crianças, que juntaram garrafas, latas, plásticos, metais e até uma cama com colchão para deixar o local prazeroso para todos.

Mesmo com a falta de infraestrutura nós continuamos confiantes em levar adiante esse projeto que tanto agrega para as famílias que apoiam ativamente seus filhos. Hoje fizemos essa atividade e deu muito certo pelo apoio de todos.”, comenta Marta, uma das dirigentes do projeto.

O final das atividades culminou com uma ação dos participantes do projeto onde foram entregues kits de material escolar às crianças e também foi servido cachorro quente e refrigerante.

Foi uma ação simples, que contou com a ajuda de todos, onde o objetivo foi o de deixar um lugar melhor para as famílias que vem prestigiar e apoiar seus filhos, que na maioria das vezes não tem aonde ir e também de conscientizar a população de ajudar mais nessa questão do lixo e de outros materiais que são descartados em qualquer lugar. Reforço que cada um precisa fazer sua parte, constantemente, a questão ambiental também é sinônimo de saúde, educação”, fala Meneghetti.

Ele também se emocionou com o gesto do mutirão que está ajudando crianças e adolescentes a saírem do ciclo de drogadição, alcoolismo, violência e outras questões sociais que são preocupantes aos órgãos públicos.

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