Política
Depois da prisão Ferreirinha, PT desiste de ter tesoureiro, segundo “Diário do Poder”
Paulo Ferreira é o terceiro tesoureiro do PT a ser preso. Delúbio Soares (antecessor de Ferreira) foi preso depois e condenado no julgamento do mensalão
Temendo a rebordosa das urnas e principalmente a Polícia Federal na porta, o ex-presidente Lula e a cúpula do PT resolveram tomar uma atitude para “evitar escândalos”: extinguir o cargo de Tesoureiro. Ainda não está claro como as finanças do partido serão administradas. A ideia de extinguir o cargo veio da dificuldade de encontrar quem aceite assumi-lo. Os três últimos tesoureiros do PT acabaram na cadeia. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Ao extinguir o cargo de Tesoureiro, o PT lembra a velha piada em que o sofá é culpado pela traição. No caso, o PT joga o sofá pela janela. A decisão de extinguir o cargo de Tesoureiro só pode ser adotada em convenção nacional do PT que só deve ocorrer em 2017. Já foram Tesoureiro Nacional do PT os presidiários Delúbio Soares, Paulo Ferreira e João Vaccari Neto. Uma outra proposta, da facção Mensagem ao Partido, do ex-ministro Tarso Genro, tenta articular a mudança de denominação do PT.
Em Alegrete o ex tesoureiro Paulo Ferreira, o Ferreirinha, teve intensa relação com a administração municipal, uma vez que faz parte da mesma corrente do PT que comunga a vice Prefeita Maria de Fátima e da maioria dos CCs petistas da atual administração. Na página do ex tesoureiro e ex deputado federal, há um vasto acervo de fotos dele com militantes políticos de Alegrete, bem como no Google. Nesta campanha eleitoral a candidata do partido não usa nem as cores do PT e sequer a estrela que é o principal símbolo dos petistas. Com informações do Diário do Poder
Política
Caravana Coração Gaúcho em Alegrete marca eleições de 2026
A pré-candidata ao Governo do Rio Grande do Sul, Juliana Brizola (PDT), esteve em Alegrete na noite de sexta-feira (3), dando sequência à agenda da Caravana Coração Gaúcho, iniciativa que percorre municípios do Estado para fortalecer a construção da pré-campanha eleitoral de 2026.
O encontro reuniu lideranças políticas, militantes e apoiadores da Fronteira Oeste em mais uma etapa da mobilização regional.
Ao lado de Juliana participaram o pré-candidato a vice-governador Edegar Pretto, os pré-candidatos ao Senado Manuela D’Ávila e Paulo Pimenta, além do deputado federal Afonso Motta e da deputada Fernanda Melchionna.
Durante o evento, as lideranças defenderam a união das forças políticas que compõem a pré-candidatura majoritária e destacaram a necessidade de ampliar o diálogo com diferentes regiões do Estado.
Os discursos enfatizaram propostas voltadas ao desenvolvimento do Rio Grande do Sul e à construção de um projeto político para o próximo ciclo eleitoral.
A passagem por Alegrete integra uma série de encontros previstos em diversas cidades gaúchas. Segundo a organização, a Caravana busca ouvir as demandas da população, fortalecer a participação das bases partidárias e consolidar a pré-campanha antes do início oficial do período eleitoral.
A movimentação marca a disputa pelo Palácio Piratini começa a ganhar ritmo no interior do Estado, tornando os municípios protagonistas do debate sobre os rumos do Rio Grande do Sul.
Política
Eleições 2026. Confira as novas regras que já estão valendo
Desde o sábado, 4 de julho de 2026, entraram em vigor as principais restrições do calendário das eleições de 2026 estipuladas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Essas normas — conhecidas como condutas vedadas — valem para os 90 dias que antecedem o primeiro turno (4 de outubro) e têm o objetivo de garantir a igualdade entre candidatos e evitar o uso da máquina pública na campanha.
Aqui está um resumo detalhado do que muda e passa a valer:
1. Restrições à Publicidade e Eventos Oficiais
* Publicidade institucional: Fica proibida a autorização de propagandas sobre atos, programas, obras, serviços e campanhas de órgãos públicos, exceto em situações de grave e urgente necessidade pública reconhecidas pela Justiça Eleitoral.
* Pronunciamentos na TV e Rádio: Estão vetados pronunciamentos em cadeia de rádio e televisão fora do horário eleitoral gratuito, a menos que haja urgência justificada.
* Canais digitais oficiais: Os sites e redes sociais de órgãos públicos devem ser revisados para retirar nomes, slogans, símbolos, imagens ou elementos que promovam autoridades com mandatos em disputa.
* Inaugurações e shows: É proibida a realização de shows pagos com dinheiro público em inaugurações de obras. Além disso, os candidatos estão proibidos de comparecer a esses eventos de inauguração.
2. Regras para Servidores Públicos
* Movimentações de pessoal: Ficam proibidas demissões, exonerações, remoções ou transferências de servidores públicos (civis e militares) sem justa causa, salvo as exceções previstas em lei.
* Uso da mão de obra: É proibido ceder servidores públicos para trabalhar em campanhas eleitorais durante o horário de expediente normal.
> Importante: O descumprimento dessas regras pode acarretar penalidades severas, como aplicação de multas, cassação do registro de candidatura, cassação do diploma e até a perda do mandato.
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Próximos passos do calendário eleitoral
A reportagem também destaca os marcos importantes das próximas semanas:
* 5 de julho: Início da propaganda intrapartidária (para buscar apoio interno nos partidos, ainda sem uso de rádio, TV ou outdoors).
* 20 de julho a 5 de agosto: Período de realização das convenções partidárias para a escolha oficial dos candidatos e início dos registros.
* 15 de agosto: Prazo final para o registro das candidaturas.
* 16 de agosto: Começo oficial da campanha eleitoral nas ruas e na internet.
* 4 de outubro: Primeiro turno das eleições.
Política
Ex-prefeito de Uruguaiana é denunciado por corrupção e organização criminosa
O Ministério Público do Rio Grande do Sul denunciou o ex-prefeito de Uruguaiana, Ronnie Peterson Colpo Melo (PP), pelos crimes de corrupção ativa e organização criminosa.
A investigação teve início após o vereador Luiz Fernando Braite (PDT) apresentar gravações que apontariam uma suposta oferta de R$ 100 mil para que ele desistisse de disputar uma vaga de deputado estadual, interrompesse denúncias contra a Prefeitura e votasse favoravelmente às contas da gestão de 2023.
Segundo o MP, a proposta teria sido feita por um então secretário municipal, que chegou a ser preso durante as investigações. Após a denúncia, Ronnie Melo foi exonerado do cargo de chefe de gabinete do deputado estadual Frederico Antunes.
O processo segue em tramitação na Justiça, sem condenação até o momento, e os denunciados terão direito à ampla defesa. O advogado Bruno Seligma de Menezes classificou a denúncia como “absurda, ilógica e infundada”, afirmando que não há provas que liguem o ex-prefeito aos fatos.
A defesa também destaca que as contas da gestão receberam parecer favorável do Tribunal de Contas e foram aprovadas pela Câmara Municipal.
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