Polícia
Mega operação detona rede de abigeatários
OPERAÇÃO “CARGA VIVA”: POLÍCIA CIVIL E SEAPI DESARTICULAM ESQUEMA DE FURTO E RECEPTAÇÃO DE GADO NO RS – 2 HOMENS PRESOS, 26 CABEÇAS DE GADO RECUPERADAS, DINHEIRO E ARMAS APREENDIDAS
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul e a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI), numa ação conjunta entre as DECRABs e Inspetorias Veterinárias, deflagrou nesta terça-feira (11/06) a *Operação Carga Viva*, com foco no combate aos furtos de gado (abigeato).
Coordenada pela 2ª Delegacia Especializada na Repressão aos Crimes Rurais e Abigeato (DECRAB) de Alegrete, sob a liderança do Delegado Jair Francisco dos Anjos, a ação policial contou com o apoio crucial das DECRABs de Cruz Alta e Santo Ângelo, bem como com a integração com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI), por meio das Inspetorias Veterinárias de diversas cidades, reforçando a atuação conjunta no enfrentamento do abigeato.
A “Operação Carga Viva” é fruto de um minucioso trabalho investigativo que se debruçou sobre o furto de 67 cabeças de gado ocorrido no município de Alegrete/RS. As diligências revelaram que os animais subtraídos foram transportados da região de Alegrete/RS para Cruz Alta/RS e Fortaleza dos Valos/RS, levando à execução de buscas nessas duas localidades.
Durante a ofensiva, a força-tarefa obteve um êxito significativo, recuperando 26 cabeças de gado em três propriedades rurais distintas. Além da restituição dos animais, a operação resultou na apreensão de dinheiro em espécie, armas de fogo e aparelhos de telefone celular, bem como na prisão em flagrante de dois indivíduos pelo crime de receptação de gado.
É importante ressaltar que os crimes contra a pecuária, especialmente o abigeato, causam prejuízos significativos à economia gaúcha. Entidades representativas do setor da pecuária estimam que as perdas de 2020 a 2024 para os produtores rurais gaúchos por diversos fatores, incluindo criminalidade, já totalizam R$ 106,6 bilhões.
O abigeato, por si só, não apenas gera perdas financeiras diretas com a subtração dos animais, mas também desestabiliza a produção, a produtividade e a segurança no campo, impactando a renda das famílias rurais e o desenvolvimento econômico regional.
Contudo, graças ao esforço contínuo das forças de segurança, o Rio Grande do Sul tem observado uma queda expressiva nos crimes de abigeato. De janeiro a maio de 2024, as ocorrências de furto e roubo de gado registraram uma redução de 30% em comparação com o mesmo período do ano anterior, atingindo o menor índice dos últimos 10 anos. Desde 2016, quando os crimes de abigeato atingiram seu ápice no estado, o número de registros diminuiu mais de 60%.
Essa redução se deve à criação e fortalecimento das Delegacias Especializadas na Repressão aos Crimes Rurais e de Abigeato (DECRABs), bem como a operações como a “Carga Viva” e a cooperação interinstitucional.
Essa operação integrada reitera o compromisso inabalável da Polícia Civil e da SEAPI na repressão qualificada aos crimes contra o patrimônio rural, com foco especial no abigeato.
O êxito da “Operação Carga Viva” é um testemunho do esforço contínuo e da cooperação interinstitucional, pilares essenciais para desarticular quadrilhas e garantir a segurança no campo gaúcho, mitigando os vultosos prejuízos causados por esses delitos e consolidando a tendência de queda do abigeato no estado. A Polícia Civil segue vigilante e empenhada em proteger o agronegócio e a comunidade rural do Rio Grande do Sul.
A estimativa é de que a ação tenha causado um prejuízo ao crime organizado rural que atinge a soma aproximada de R$ 133.000,00 (cento e trinta e três mil reais).
#CargaViva #OperacaoPolicial #CombateAoAbigeato #SegurancaNoCampo #PolíciaCivilRS #SEAPI #CrimesRurais #AgronegocioRS #DECRAB #Alegrete #RioGrandeDoSul #AbigeatoZero
Polícia
HOMEM É ENCONTRADO MORTO NA PROMORAR
Noé Mieres da Silva, de 41 anos, apresentava ferimento na perna e grande perda de sangue. Caso é investigado como o primeiro homicídio de 2026 em Alegrete.
Um homem de 41 anos foi encontrado morto na madrugada desta segunda-feira no bairro Promorar, em Alegrete. A vítima foi identificada como Noé Mieres da Silva, natural de São Nicolau.
Por volta das 4h, a Brigada Militar recebeu uma ligação informando que havia um homem caído em via pública.
Ao chegar ao local, os policiais encontraram a vítima ao lado de uma bicicleta e perceberam uma grande quantidade de sangue.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, mas, ao chegar, constatou que Noé já estava sem vida.
As primeiras informações apontam para um ferimento provocado por objeto cortante na parte posterior da perna direita, próximo à região femoral. A lesão teria provocado intenso sangramento.
A área foi isolada para o trabalho da perícia, que deverá auxiliar na identificação da dinâmica da ocorrência e das circunstâncias que levaram à morte.
O caso passou a ser investigado como homicídio.
Até a divulgação das informações iniciais, não havia identificação de suspeitos nem detalhes confirmados sobre o que teria ocorrido antes de Noé ser encontrado.
INVESTIGAÇÃO BUSCA RECONSTRUIR AS ÚLTIMAS HORAS
A Polícia Civil deverá concentrar a investigação na reconstrução dos momentos anteriores ao crime. Informações de testemunhas e eventuais imagens de câmeras existentes nas proximidades podem auxiliar na apuração. A perícia também deverá esclarecer as características do ferimento e outros elementos encontrados no local. O caso é registrado como o primeiro homicídio de 2026 em Alegrete. Até o momento, não há informação oficial sobre autoria ou motivação.
Polícia
OPERAÇÃO MEZENGA: POLÍCIA PRENDE SEIS EM ALEGRETE EM INVESTIGAÇÃO SOBRE LAVAGEM DE R$ 40 MILHÕES
A Polícia Civil deflagrou, na madrugada desta terça-feira (11), a Operação Mezenga, com ações em cinco municípios do Rio Grande do Sul. A ofensiva investiga crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Ao todo, foram cumpridos 14 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão em Alegrete, Santana do Livramento, Quaraí, Guaíba e Charqueadas, além de uma prisão em São Gabriel.
Em Alegrete, seis pessoas foram presas no bairro Renascer. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em pontos da Zona Leste do município.
A operação é coordenada pelo delegado Adriano Linhares e mobilizou aproximadamente 70 policiais civis, com participação da DRACO de Santana do Livramento e da Delegacia de Repressão à Lavagem de Dinheiro de Organizações Criminosas (DRLD-OC), de Porto Alegre.
Segundo a Polícia Civil, as investigações indicam que o grupo teria movimentado mais de R$ 40 milhões.
A ação representa uma nova etapa de uma investigação iniciada em 2021, relacionada a um esquema envolvendo negociações fictícias de gado e lavagem de dinheiro.
De acordo com o delegado, além das prisões, foram determinadas medidas de bloqueio financeiro e patrimonial contra os investigados.
A polícia apura ainda se os fatos investigados na Operação Mezenga podem estar relacionados a outros braços do esquema criminoso identificado anteriormente.
Os presos em Alegrete deverão ser encaminhados ao Presídio Estadual de Alegrete, após os procedimentos legais.
A operação reforça a dimensão financeira das organizações criminosas e mostra que investigações sobre lavagem de dinheiro podem alcançar diferentes municípios e setores da economia.
Atenção: os investigados são considerados suspeitos até eventual condenação definitiva pela Justiça.
OPERAÇÃO MEZENGA EM NÚMEROS
14 mandados de prisão foram cumpridos.
16 mandados de busca e apreensão foram executados.
6 prisões ocorreram em Alegrete.
4 prisões foram realizadas em Quaraí.
1 prisão ocorreu em Santana do Livramento.
1 prisão ocorreu em São Gabriel.
2 alvos já estavam presos no sistema penitenciário.
Cerca de 70 policiais participaram da operação.
As ações ocorreram em diferentes municípios gaúchos.
A investigação começou em 2021.
A polícia estima movimentação superior a R$ 40 milhões.
Também foram determinadas medidas de bloqueio financeiro e patrimonial.
Polícia
PRF prende homem transportando 10 mil maços de cigarros em Rosário do Sul
Ele tentou fugir e parou somente após atolar o veículo às margens da rodovia_
A Polícia Rodoviária Federal prendeu um homem transportando cerca de 10 mil maços de cigarros contrabandeados. A ação ocorreu no começo da tarde desta quinta-feira (6) próximo a BR 290, em Rosário do Sul.
Durante ações de combate ao crime, os policiais rodoviários federais receberam a informação de que um veículo Chery de cor preta com placas de Santa Catarina estava se aproximando de Rosário do Sul transportando ilícitos.
Os policiais conseguiram localizar o veículo transitando próximo a BR 290 e sinalizaram para que ele parasse. O condutor, no entanto, ignorou a ordem e fugiu por cerca de um quilômetro, até atolar às margens da rodovia.
No interior do veículo, os policiais encontraram cerca de 10 mil maços de cigarros paraguaios contrabandeados que, segundo o motorista, seriam entregues em Santana do Livramento, na fronteira com o Uruguai.
O homem, um uruguaio de 36 anos com antecedentes policiais por lesão corporal, foi preso em flagrante e, junto com o veículo e a carga, conduzido à polícia judiciária em Santana do Livramento.
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