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Paulo de Tarso

Ex-estagiária chega ao cargo de Secretária do Planejamento

Nesta quinta-feira, mais dois nomes que o EQ havia antecipado, foram confirmados. No Planejamento e Procuradoria Geral

Erica de Vargas, engenheira Civil, está confirmada como a futura Secretária do Planejamento a partir de 2025. Ela era estagiária na pasta, após se formarmar no curso de engenharia da UNIPAMPA.

 

Teve uma ascensão meteórica quando Jesse Trindade saiu para concorrer a Prefeitura e ela o substituiu.

O EQ já havia anunciado o nome dela desde a semana passada e não é nenhuma surpresa. 

O problema maior é o anúncio de Gabriela Weiller para a pasta da Agricultura que estava tudo certo até Jesse convidar o atual titular, Daniel Gindri, para continuar como diretor.

Este recuo de Jesse causou um mal estar na Secretaria e a atual diretora manifestou seu desinteresse pelo cargo nestas condições.

Tanto que foi um dos primeiros nomes a ser confirmado pela cúpula e agora está em compasso de espera. Segundo o EQ apurou, Gindre preenche um quesito sagrado para Jesse e Luciano: teve presença ativa na campanha.

Gindre de sua vez, se jacta de ter conseguido equipar a Secretaria da Agricultura, com investimentos em torno de R$ 20 milhões.

O problema que nada disto redundou em resolutividade, pois é duramente criticado por lideranças do agro e moradores do interior, enquanto gestor de pouca competência.

Estradas de mal a pior e duas dezenas de pontilhões mal conservados são testemunhas latentes de que apesar da conversa macia e desconectada da realidade, Gindri é bom de conversa, mas ruim de serviço

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Paulo de Tarso

Nem tudo é notícia.

Há uma regra elementar nas redações profissionais: suicídio não é espetáculo.

Não é assunto para manchetes apelativas, exposição de circunstâncias, exploração da identidade da vítima ou corrida por cliques. Não porque o jornalismo deva esconder a realidade, mas porque há situações em que a maneira de informar também pode produzir consequências.

Alegrete vive dias dolorosos.

Ontem, um estudante de uma escola estadual morreu por suicídio. A notícia rapidamente ganhou espaço em portais e redes sociais da cidade. O EQ fez outra escolha: não transformou uma tragédia humana em conteúdo para disputar audiência.

Hoje, a comunidade foi atingida por uma segunda morte, envolvendo uma adolescente da mesma escola.

É preciso estabelecer aqui uma diferença fundamental: não há elementos que permitam afirmar que a divulgação do primeiro caso tenha provocado o segundo. Fazer essa associação como fato seria tão irresponsável quanto ignorar aquilo que décadas de estudos e protocolos profissionais já ensinaram às redações: a cobertura inadequada de suicídios pode favorecer comportamentos de imitação entre pessoas vulneráveis.

É exatamente por isso que existem recomendações específicas para o tratamento jornalístico desses episódios.

Não se trata de censura. Trata-se de responsabilidade.

O jornalismo pode — e deve — falar sobre suicídio. Deve discutir saúde mental, prevenção, sofrimento, redes de apoio, políticas públicas e caminhos para buscar ajuda. O que não deve fazer é transformar a morte em narrativa espetacular, explorar e/ou converter o sofrimento de uma família em mercadoria para alimentar algoritmos.

O EQ não pretende ocupar o lugar de paladino das boas práticas jornalísticas. Também erramos e estamos permanentemente sujeitos à revisão de nossas escolhas.

Mas existe um limite que uma redação profissional precisa reconhecer.

Antes do clique existe uma pessoa. Antes da audiência existe uma família. E antes da notícia existe a vida.

Quando plataformas, páginas ou veículos abandonam esses princípios para competir por alcance nas redes sociais, a discussão deixa de ser apenas sobre gosto editorial. Passa a ser sobre responsabilidade.

Informar exige técnica. Exige critério. E, sobretudo, exige ética.

Nem tudo o que desperta curiosidade pública precisa ser explorado da mesma maneira. Nem tudo o que gera audiência merece uma manchete.

Há momentos em que o jornalismo demonstra sua qualidade não apenas pelo que publica.

Mas também pelo que decide não transformar em espetáculo.

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Paulo de Tarso

Chimarrão, lareira e outras coisitas a mais: as armas do gaúcho contra o frio intenso

Quando o inverno mostra sua força e a geada pinta os campos de branco, o gaúcho já sabe o caminho. A chaleira vai ao fogo, a cuia passa de mão em mão e a lareira transforma a casa em abrigo.

O chimarrão aquece o corpo e aproxima as pessoas. A lenha estalando no fogo embala conversas, histórias e silêncios que só o inverno sabe explicar.

O poncho sai do armário, a boina volta à cabeça, o pala enfrenta o minuano e a comida ganha sabor de aconchego: carreteiro, feijão, sopa de capeletti, pinhão e um bom churrasco desafiam as baixas temperaturas.

No Rio Grande, o frio nunca foi apenas um fenômeno da natureza. É um convite para reforçar as tradições, reunir a família e lembrar que a verdadeira força do gaúcho está na capacidade de transformar o rigor do inverno em calor humano.

Porque, por aqui, o inverno pode até congelar a paisagem. Mas jamais esfria a alma de quem nasceu para enfrentar o minuano.

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Paulo de Tarso

PRF prende contrabandista com veículo carregado de agrotóxicos ilegais em Rosário do Sul

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