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Paulo de Tarso

Afonso cumpre agenda intensa na cidade

 

O deputado federal realizou extensa agenda em Alegrete nesta sexta-feira e sua assessoria me encaminhou o resumo das atividades…que eu compartilho com vocês.

◼️ *Iniciamos o dia no Alegrete com o sentimento de tristeza com o passamento da mãe do amigo e parceiro Doutor Sivens Carvalho, Dona Tereza Carvalho.* Cidadã exemplar de uma família numerosa e que sempre esteve ao nosso lado. Fomos levar nosso abraço e solidariedade.

👉🏽 *Ainda pela manhã, fomos à Associação dos Moradores do Cavera com demanda de Patrulha Agrícola para os pequenos produtores, com organização dos nossos companheiros Rudi, Clovis Bernardes e Devonise.* No Bairro Nilo Soares Gonçalves, estivemos com o presidente e grande líder Tiago Maica.

📍 *Na Câmara de Vereadores de Alegrete, com o presidente em exercício vereador Itamar, nos reunimos com vereadores da Bancada do PDT, Moisés, nosso pré-candidato a deputado estadual, a vereadora Firmina (Fuca), Éder e representação da vereadora Dileusa.* 

⚙️ *Na Construtora Alegretense, com o diretor Luiz Henrique, tratamos da obra da VRS825, de interesse do município de Nova Esperança do Sul,* com o prefeito Ivori Júnior, o vice Elton Pagnolo e o secretário Alesson.

🫱🏾‍🫲🏾 *Diversas reuniões com os parceiros Epaminondas, José Paulo, Cacá e meus amigos Aquiles e Nice Bacin.*

☕ *Na residência da presidente e vereadora Firmina, tomamos um bom café com sua equipe e o doutor William e família.*

🍲 *Na sede do PDT, participamos de confraternização com direito a um belo ensopado de mandioca, e um bom debate com casa lotada de companheiras e companheiros.*

🎂 *Para encerrar a agenda, fomos ao aniversário da companheira Cecília Almeida, com sua querida família.*

🛍️ *Na empresa de comércio do Alcionir e sua esposa, recebemos apoio para a nossa jornada e encontro com minha prima Marlene.*

🧡 *Muito feliz de estar aqui no Alegrete e receber o carinho de tantos amigos e companheiros de luta e receber o apoio de novos entusiastas do nosso mandato!* 

Paulo de Tarso Pereira, atua na área desde o final da década de 1970. Alegretense, formado na UFSM, já trabalhou nas maiores empresas do Sul, como Correio do Povo, RBS, A Notícia e JSC, bem como foi coordenador do Canal Rural e editor na Record/SP. A retornar para Alegrete, na virada do ano 2000, fundou o jornal EQ, e hoje é o jornalista responsável por todas as plataformas, que inclui site, redes sociais e edição on line do EQ.

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Paulo de Tarso

Nem tudo é notícia.

Há uma regra elementar nas redações profissionais: suicídio não é espetáculo.

Não é assunto para manchetes apelativas, exposição de circunstâncias, exploração da identidade da vítima ou corrida por cliques. Não porque o jornalismo deva esconder a realidade, mas porque há situações em que a maneira de informar também pode produzir consequências.

Alegrete vive dias dolorosos.

Ontem, um estudante de uma escola estadual morreu por suicídio. A notícia rapidamente ganhou espaço em portais e redes sociais da cidade. O EQ fez outra escolha: não transformou uma tragédia humana em conteúdo para disputar audiência.

Hoje, a comunidade foi atingida por uma segunda morte, envolvendo uma adolescente da mesma escola.

É preciso estabelecer aqui uma diferença fundamental: não há elementos que permitam afirmar que a divulgação do primeiro caso tenha provocado o segundo. Fazer essa associação como fato seria tão irresponsável quanto ignorar aquilo que décadas de estudos e protocolos profissionais já ensinaram às redações: a cobertura inadequada de suicídios pode favorecer comportamentos de imitação entre pessoas vulneráveis.

É exatamente por isso que existem recomendações específicas para o tratamento jornalístico desses episódios.

Não se trata de censura. Trata-se de responsabilidade.

O jornalismo pode — e deve — falar sobre suicídio. Deve discutir saúde mental, prevenção, sofrimento, redes de apoio, políticas públicas e caminhos para buscar ajuda. O que não deve fazer é transformar a morte em narrativa espetacular, explorar e/ou converter o sofrimento de uma família em mercadoria para alimentar algoritmos.

O EQ não pretende ocupar o lugar de paladino das boas práticas jornalísticas. Também erramos e estamos permanentemente sujeitos à revisão de nossas escolhas.

Mas existe um limite que uma redação profissional precisa reconhecer.

Antes do clique existe uma pessoa. Antes da audiência existe uma família. E antes da notícia existe a vida.

Quando plataformas, páginas ou veículos abandonam esses princípios para competir por alcance nas redes sociais, a discussão deixa de ser apenas sobre gosto editorial. Passa a ser sobre responsabilidade.

Informar exige técnica. Exige critério. E, sobretudo, exige ética.

Nem tudo o que desperta curiosidade pública precisa ser explorado da mesma maneira. Nem tudo o que gera audiência merece uma manchete.

Há momentos em que o jornalismo demonstra sua qualidade não apenas pelo que publica.

Mas também pelo que decide não transformar em espetáculo.

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Paulo de Tarso

Chimarrão, lareira e outras coisitas a mais: as armas do gaúcho contra o frio intenso

Quando o inverno mostra sua força e a geada pinta os campos de branco, o gaúcho já sabe o caminho. A chaleira vai ao fogo, a cuia passa de mão em mão e a lareira transforma a casa em abrigo.

O chimarrão aquece o corpo e aproxima as pessoas. A lenha estalando no fogo embala conversas, histórias e silêncios que só o inverno sabe explicar.

O poncho sai do armário, a boina volta à cabeça, o pala enfrenta o minuano e a comida ganha sabor de aconchego: carreteiro, feijão, sopa de capeletti, pinhão e um bom churrasco desafiam as baixas temperaturas.

No Rio Grande, o frio nunca foi apenas um fenômeno da natureza. É um convite para reforçar as tradições, reunir a família e lembrar que a verdadeira força do gaúcho está na capacidade de transformar o rigor do inverno em calor humano.

Porque, por aqui, o inverno pode até congelar a paisagem. Mas jamais esfria a alma de quem nasceu para enfrentar o minuano.

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Paulo de Tarso

PRF prende contrabandista com veículo carregado de agrotóxicos ilegais em Rosário do Sul

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