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Agora é oficial. Alegrete é a capital da linguiça campeira

 

O Projeto de Lei 312/2019, de autoria do deputado estadual Luiz Marenco (PDT) e indicado pelo vereador Rudi Pinto, que declara o município de Alegrete “Capital Estadual da Linguiça Tradicional Campeira”, foi aprovado, por unanimidade, na Assembleia Legislativa na última terça-feira (3).

Para o prefeito Márcio Amaral, o município conseguiu este título graças a nossa cultura, alinhando as rigorosas normas sanitárias aos padrões produtivos vigentes quando alavancou os investimentos no setor de processamento de embutidos, aderindo ao Sistema de Inspeção Municipal (SIM) e ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI), que possibilitou expandir a comercialização de 5 agroindústrias para todo o território nacional.

Atualmente, das 38 agroindústrias de produtos de origem animal cadastradas no Serviço de Inspeção da Secretaria Municipal de Agricultura, 20 são agroindústrias produtoras de linguiça.

O vereador Rudi Pinto acredita que o título de Capital Estadual da Linguiça vai fomentar o turismo e a gastronomia no município. “Alegrete é bastante desenvolvido na questão sanitária e merecemos este reconhecimento. No ano passado realizamos o primeiro Festival da Linguiça e este ano, no mês de setembro, vai acontecer a segunda edição”.

O deputado Marenco recebeu a proposta deste PL das mãos do prefeito Márcio Amaral e do vereador Rudi Pinto e disse se sentir muito orgulhoso por ser um defensor da nossa cultura e por poder valorizá-la, ainda mais, através deste projeto.

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Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete

Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.

De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.

O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

 

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Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete

No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.

O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.

 Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
 Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.

 

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Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida

Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.

A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.

A previsão de duração do julgamento é de dois dias.

Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.

Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.

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