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Paulo de Tarso

Prefeitura vai julgar multas e infrações de trânsito. Confira mais notícias importantes

A Prefeitura de Alegrete, por meio da Secretaria de Segurança, Mobilidade e Cidadania, divulga edital n° 018/2022, o qual encontra-se a relação de processos julgados em 1ª instância, durante o período de 01/01 a 09/05, da Junta Administrativa de Recursos de Infrações de Trânsito – JARI.

Abaixo, confira o edital e os respectivos processos:

Edital nº018/2022

 

OLHEM ESTA NOTÍCIA…

A Prefeitura de Alegrete, por meio da Secretaria de Saúde (SMS), comunica que o atendimento da Saúde Mental será realizado através do telefone fixo do Caps ll, devido a problemas com a linha telefônica. O funcionamento mantém-se das 17 às 22h, de segunda a sexta, e 24h, aos sábados e domingos. Os atendimentos de urgência estarão sob responsabilidade do Caps através do telefone: 3961-1033.

ATENÇÃO, ATENÇÃO…INFORMAÇÃO IMPORTANTE

A Prefeitura de Alegrete, por meio da Secretaria de Saúde, comunica o funcionamento da Farmácia Municipal somente pelo período da manhã, das 7h30 às 12h30, nesta próxima quinta-feira, 19, devido ao balanço mensal de medicamentos do Estado. Desta forma, não serão dispensados medicamentos de processo.

TEM NOVO TELEFONE NA ÁREA

A Prefeitura de Alegrete, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, comunica a alteração no número para atendimento temporariamente, devido a existência de problemas técnicos na linha telefônica. Para atendimentos do setor administrativo, entre em contato através do fone: 3422-6484. Já o setor do Procon atende pelos fones: 3961-1053 e 3961-1700.

Paulo de Tarso Pereira, atua na área desde o final da década de 1970. Alegretense, formado na UFSM, já trabalhou nas maiores empresas do Sul, como Correio do Povo, RBS, A Notícia e JSC, bem como foi coordenador do Canal Rural e editor na Record/SP. A retornar para Alegrete, na virada do ano 2000, fundou o jornal EQ, e hoje é o jornalista responsável por todas as plataformas, que inclui site, redes sociais e edição on line do EQ.

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Paulo de Tarso

Nem tudo é notícia.

Há uma regra elementar nas redações profissionais: suicídio não é espetáculo.

Não é assunto para manchetes apelativas, exposição de circunstâncias, exploração da identidade da vítima ou corrida por cliques. Não porque o jornalismo deva esconder a realidade, mas porque há situações em que a maneira de informar também pode produzir consequências.

Alegrete vive dias dolorosos.

Ontem, um estudante de uma escola estadual morreu por suicídio. A notícia rapidamente ganhou espaço em portais e redes sociais da cidade. O EQ fez outra escolha: não transformou uma tragédia humana em conteúdo para disputar audiência.

Hoje, a comunidade foi atingida por uma segunda morte, envolvendo uma adolescente da mesma escola.

É preciso estabelecer aqui uma diferença fundamental: não há elementos que permitam afirmar que a divulgação do primeiro caso tenha provocado o segundo. Fazer essa associação como fato seria tão irresponsável quanto ignorar aquilo que décadas de estudos e protocolos profissionais já ensinaram às redações: a cobertura inadequada de suicídios pode favorecer comportamentos de imitação entre pessoas vulneráveis.

É exatamente por isso que existem recomendações específicas para o tratamento jornalístico desses episódios.

Não se trata de censura. Trata-se de responsabilidade.

O jornalismo pode — e deve — falar sobre suicídio. Deve discutir saúde mental, prevenção, sofrimento, redes de apoio, políticas públicas e caminhos para buscar ajuda. O que não deve fazer é transformar a morte em narrativa espetacular, explorar e/ou converter o sofrimento de uma família em mercadoria para alimentar algoritmos.

O EQ não pretende ocupar o lugar de paladino das boas práticas jornalísticas. Também erramos e estamos permanentemente sujeitos à revisão de nossas escolhas.

Mas existe um limite que uma redação profissional precisa reconhecer.

Antes do clique existe uma pessoa. Antes da audiência existe uma família. E antes da notícia existe a vida.

Quando plataformas, páginas ou veículos abandonam esses princípios para competir por alcance nas redes sociais, a discussão deixa de ser apenas sobre gosto editorial. Passa a ser sobre responsabilidade.

Informar exige técnica. Exige critério. E, sobretudo, exige ética.

Nem tudo o que desperta curiosidade pública precisa ser explorado da mesma maneira. Nem tudo o que gera audiência merece uma manchete.

Há momentos em que o jornalismo demonstra sua qualidade não apenas pelo que publica.

Mas também pelo que decide não transformar em espetáculo.

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Paulo de Tarso

Chimarrão, lareira e outras coisitas a mais: as armas do gaúcho contra o frio intenso

Quando o inverno mostra sua força e a geada pinta os campos de branco, o gaúcho já sabe o caminho. A chaleira vai ao fogo, a cuia passa de mão em mão e a lareira transforma a casa em abrigo.

O chimarrão aquece o corpo e aproxima as pessoas. A lenha estalando no fogo embala conversas, histórias e silêncios que só o inverno sabe explicar.

O poncho sai do armário, a boina volta à cabeça, o pala enfrenta o minuano e a comida ganha sabor de aconchego: carreteiro, feijão, sopa de capeletti, pinhão e um bom churrasco desafiam as baixas temperaturas.

No Rio Grande, o frio nunca foi apenas um fenômeno da natureza. É um convite para reforçar as tradições, reunir a família e lembrar que a verdadeira força do gaúcho está na capacidade de transformar o rigor do inverno em calor humano.

Porque, por aqui, o inverno pode até congelar a paisagem. Mas jamais esfria a alma de quem nasceu para enfrentar o minuano.

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Paulo de Tarso

PRF prende contrabandista com veículo carregado de agrotóxicos ilegais em Rosário do Sul

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