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Paulo de Tarso

Rio sobe. Prefeito morre em Alegrete. Pretto é lançado. Resumo dos principais fatos das últimas horas

A atualização dia 1-05, nível do rio Ibirapuitã na manhã foi feita as 8AM e o rio está com 11.95m.

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Várzea não para

 No sábado dia 30 de abril , aconteceram os seguintes jogos válidos pelo prosseguimento classificatório do primeiro torneio do Ibirapuita categoria sênior especial 40 anos.

 Ser Ceva 00 X 00 Ibirapuita
Nas penalidades ser ceva 03 x02 Ibirapuita
Ser Ceva classificado para enfrentar a equipe do Boca jr

Giovane Freitas: Tinga 01 x 00 vila nova.. tinga classificado para enfrentar o centenário na semifinal

Próximo sábado dia 07 de maio jogos válidos pela semifinal. Jogos no Palmeiras
14.00 hs ser ceva x Boca Jr
15.45 hs tinga x centenário

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Prefeito morre em Alegrete

Morreu em Alegrete o Prefeito de Pedras Altas, que veio à cidade para o lançamento da candidatura de Lúcio do Prado à deputado estadual. Ele teve mal súbito e ao infartar foi levado à Santa Casa de Caridade não resistiu. Lúcio postou este card.

Queridos amigos (a), cumpro o doloroso dever de informar o falecimento do amigo e irmão Bebeto Perdomo, prefeito de Pedras Altas que infartou em Alegrete.
Nada que eu escreva traduz a dor com a perda deste amigo, parceiro que nunca mediu esforços para me ajudar e estar sempre ao meu lado.
Só Deus para nos consolar neste momento.

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Pretto é lançado em encontro regional

O deputado Adão Pretto teve sua candidatura lançada na Fronteira Oeste no sábado, na Câmara Municipal de Alegrete. Ele é o candidato do PT ao Piratini. Lideranças da região rstiveram presentes. O encontro foi liderado pelo ptesidente do PT/ RS, Paulo Pumenta.

 

A curiosidade foi o penetra, vereador Fábio B., expulso do Progressista na quarta-feira, que se auto-proclamou convidado por outra agremiaçao.

 

Paulo de Tarso Pereira, atua na área desde o final da década de 1970. Alegretense, formado na UFSM, já trabalhou nas maiores empresas do Sul, como Correio do Povo, RBS, A Notícia e JSC, bem como foi coordenador do Canal Rural e editor na Record/SP. A retornar para Alegrete, na virada do ano 2000, fundou o jornal EQ, e hoje é o jornalista responsável por todas as plataformas, que inclui site, redes sociais e edição on line do EQ.

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Paulo de Tarso

Nem tudo é notícia.

Há uma regra elementar nas redações profissionais: suicídio não é espetáculo.

Não é assunto para manchetes apelativas, exposição de circunstâncias, exploração da identidade da vítima ou corrida por cliques. Não porque o jornalismo deva esconder a realidade, mas porque há situações em que a maneira de informar também pode produzir consequências.

Alegrete vive dias dolorosos.

Ontem, um estudante de uma escola estadual morreu por suicídio. A notícia rapidamente ganhou espaço em portais e redes sociais da cidade. O EQ fez outra escolha: não transformou uma tragédia humana em conteúdo para disputar audiência.

Hoje, a comunidade foi atingida por uma segunda morte, envolvendo uma adolescente da mesma escola.

É preciso estabelecer aqui uma diferença fundamental: não há elementos que permitam afirmar que a divulgação do primeiro caso tenha provocado o segundo. Fazer essa associação como fato seria tão irresponsável quanto ignorar aquilo que décadas de estudos e protocolos profissionais já ensinaram às redações: a cobertura inadequada de suicídios pode favorecer comportamentos de imitação entre pessoas vulneráveis.

É exatamente por isso que existem recomendações específicas para o tratamento jornalístico desses episódios.

Não se trata de censura. Trata-se de responsabilidade.

O jornalismo pode — e deve — falar sobre suicídio. Deve discutir saúde mental, prevenção, sofrimento, redes de apoio, políticas públicas e caminhos para buscar ajuda. O que não deve fazer é transformar a morte em narrativa espetacular, explorar e/ou converter o sofrimento de uma família em mercadoria para alimentar algoritmos.

O EQ não pretende ocupar o lugar de paladino das boas práticas jornalísticas. Também erramos e estamos permanentemente sujeitos à revisão de nossas escolhas.

Mas existe um limite que uma redação profissional precisa reconhecer.

Antes do clique existe uma pessoa. Antes da audiência existe uma família. E antes da notícia existe a vida.

Quando plataformas, páginas ou veículos abandonam esses princípios para competir por alcance nas redes sociais, a discussão deixa de ser apenas sobre gosto editorial. Passa a ser sobre responsabilidade.

Informar exige técnica. Exige critério. E, sobretudo, exige ética.

Nem tudo o que desperta curiosidade pública precisa ser explorado da mesma maneira. Nem tudo o que gera audiência merece uma manchete.

Há momentos em que o jornalismo demonstra sua qualidade não apenas pelo que publica.

Mas também pelo que decide não transformar em espetáculo.

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Paulo de Tarso

Chimarrão, lareira e outras coisitas a mais: as armas do gaúcho contra o frio intenso

Quando o inverno mostra sua força e a geada pinta os campos de branco, o gaúcho já sabe o caminho. A chaleira vai ao fogo, a cuia passa de mão em mão e a lareira transforma a casa em abrigo.

O chimarrão aquece o corpo e aproxima as pessoas. A lenha estalando no fogo embala conversas, histórias e silêncios que só o inverno sabe explicar.

O poncho sai do armário, a boina volta à cabeça, o pala enfrenta o minuano e a comida ganha sabor de aconchego: carreteiro, feijão, sopa de capeletti, pinhão e um bom churrasco desafiam as baixas temperaturas.

No Rio Grande, o frio nunca foi apenas um fenômeno da natureza. É um convite para reforçar as tradições, reunir a família e lembrar que a verdadeira força do gaúcho está na capacidade de transformar o rigor do inverno em calor humano.

Porque, por aqui, o inverno pode até congelar a paisagem. Mas jamais esfria a alma de quem nasceu para enfrentar o minuano.

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Paulo de Tarso

PRF prende contrabandista com veículo carregado de agrotóxicos ilegais em Rosário do Sul

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