Leishmaniose na mira de agentes em Uruguaiana

A armadilha é instalada ao entardecer e recolhida nas primeiras horas da manhã | Foto: Isaltino Machado

 

Equipe de agentes de endemias de Uruguaiana acompanham, nesta semana, a instalação de quatro armadilhas destinadas a capturar o mosquito-palha, transmissor da leishmaniose, em pontos estratégicos do bairro Mascarenhas de Moraes, às margens do rio Uruguai. O trabalho é realizado por dois especialistas da 10ª Coordenadoria Regional de Saúde.

Segundo o biólogo Alan Mota, a armadilha é instalada ao entardecer e recolhida nas primeiras horas da manhã. Os insetos são enviados ao Centro Estadual de Vigilância em Saúde, em Porto Alegre, que necessita de exemplares infectados para testes da presença do protozoário que causa a doença.

Em Uruguaiana, conforme a médica veterinária Laura Massia, da Vigilância Ambiental em Saúde, dos 172 cães investigados no ano passado, 60 apresentaram resultado positivo. O número deve ser maior, já que grande parte não chega ao serviço e ainda há os exames realizados por clínicas particulares. Segundo a veterinária Dirce Verdum, exames em animais de rua superam 70% de positividade. Os números também aumentam entre os cães em residências.

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