O alegretense Cleber Xavier está na Seleção Brasileira com Tite

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João Saldanha
Moderato
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Cléber Xavier

 

 

 

 

 

 

 

É o terceiro alegretense a ter protagonismo na Seleção Brasileira de Futebol

 

Tite é o novo técnico do Brasil. Adenor Leonardo Bachi, de 55 anos, gaúcho de Caxias do Sul, recebeu a missão de substituir Dunga, demitido após a eliminação na fase de grupos da Copa América Centenário. A confirmação foi de Roberto de Andrade, presidente do Corinthians, em coletiva nesta terça-feira. A CBF ainda não soltou o comunicado oficial.

– Tite a partir deste momento não trabalha mais conosco. Ele aceitou o convite da CBF. Hoje à tarde foi o último treino dele. No jogo de amanhã ele não dirige mais o time. Junto com ele saem Cleber Xavier, Matheus e Edu Gaspar – declarou o presidente.

Tite assume uma seleção brasileira em crise profunda. Além de ser eliminado de forma vexatória do torneio nos Estados Unidos, está fora da zona de classificação para a Copa do Mundo de 2018 e tem uma Olimpíada em casa daqui a menos de dois meses.

O alegretense Clébe Xavier está junto com a equipe que comandará a seleção brasileira a partir de agora. Ainda na terça-feira vários amigos dele haviam entrado em contato, pelo whats app, desejando boa sorte e muito sucesso junto à esta equipe que o país torcia desde a saída de Felipão para assumir ao escrete canarinho.

Cléber Xavier é o terceiro alegretense a compor os quadros da Seleção Brasileira de Futebol. Ele acompanha Tite desde 2000 quando surgiu com uma equipe técnica vencedora, ganhando o Gauchão daquele ano, pelo Caxias. Depois estiveram na dupla Grenal, onde venceram Copa do Brasil pelo Grêmio, e a Sulamericana pelo Inter, mas foi no Corinthians que tiveram a consagração profissional, vencendo Libertadores, Brasileirão e um Mundial de Clubes.

O primeiro foi Moderato, atacante do Flamengo, nos anos 20, e marcou dois gols com a camisa do Brasil, em 1930, partida contra a Bolívia, na sua estreia na Seleção Brasileira.

Foi na primeira Copa do Mundo, vencida pelos donos da casa, o Uruguai. O Brasil se desclassificou na primeira fase, mas Moderato Visintainer deixou o dele guardado.

O outro brasileiro, foi o jornalista João Saldanha, com suas feras, que em 69 encantaram o mundo e em 1970, se consagraram como Tri Campeões Mundiais. Zagallo levou o título, mas em campo estavam as Feras de Saldanha, que não se dobrara ao ditador de plantão Emílio Garrastazu Médici, que queria escalar Dario. Teve como resposta a célebre frase; “ele manda na Ditadura e eu na Seleção”. Caiu, mas ficou consagrado.

(com informações do G1)

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